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Campo faz 2º dia de protestos contra Governo argentino

Buenos Aires, 10 dez (EFE).- Produtores rurais da Argentina realizaram hoje, pelo segundo dia consecutivo, protestos em vários pontos do país para questionar as políticas do Governo Cristina Fernández Kirchner e reivindicar uma democracia que leve a sério o setor.

EFE |

No dia em que os argentinos lembram o 25º aniversário do retorno da democracia, os agricultores se concentraram na Argentina para advertir sobre "os múltiplos problemas" que afetam o setor e pedir um rebaixamento nos impostos às exportações de grãos.

"É festa porque são 25 anos ininterruptos de democracia, mas que ainda tem dívidas. Queremos uma democracia onde algum dia haja respeito pela sociedade organizada e que leve a sério o setor produtivo", sustentou Eduardo Buzzi, presidente da Federação Agrária Argentina (FAA).

A FAA é uma das quatro entidades agropecuárias que este ano protagonizaram um duro conflito com o Governo pelos impostos ao setor, o que derivou em bloqueios de estradas, desabastecimento de alimentos e problemas em vários setores da economia.

"Se falarmos em reduzir os impostos às exportações de grãos, é preciso levar a sério. Perante quedas extraordinárias nos preços, são necessárias medidas extraordinárias",afirmou Buzzi, durante um ato na província de Santa Fé.

Em meio aos protestos, representantes das quatro associações agrárias visitaram hoje a casa do ex-presidente da Argentina Raúl Alfonsín (1983-1989), quando se comemora, nesta quarta-feira, 25 anos do fim da ditadura militar (1976-1983).

O ex-líder não pôde receber os dirigentes por razões de saúde, mas seu filho, Ricardo Alfonsín, dialogou com as entidades, que entregaram uma carta que agradece o ex-presidente por ter sido um "símbolo" da recuperação democrática. EFE ms/rr

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