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Câmara dos EUA aprova ajuda a montadoras, mas Senado mostra reservas

SÃO PAULO - A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou na noite de ontem um pacote de socorro ao setor automobilístico do país, que contempla empréstimos de US$ 14 bilhões às fabricantes de veículos. Foram 237 votos a favor e 170 contra.

Valor Online |

Dos deputados que se opuserem à medida, 20 eram democratas e 150 republicanos.

A General Motors (GM) e a Chrysler disseram que não podem sobreviver muito mais sem a ajuda federal, mas a Ford Motor avisou que não deve buscar empréstimos emergenciais por ora por estar em uma situação melhor do que suas concorrentes.

O plano, contudo, corre risco por causa da forte oposição republicana no Senado. Alguns senadores republicanos acreditam que deve ser permitido que as montadoras quebrem. "Os republicanos não permitirão que os contribuintes subsidiem o colapso", destacou o líder da minoria no Senado, Mitch McConnell. "Não deixaremos que os contribuintes gastem dinheiro em ajuda às montadoras a menos que estas companhias sejam forçadas a abandonar seus maus hábitos", acrescentou.

O projeto de lei que autoriza US$ 14 bilhões em empréstimo foi aprovado ontem pela Câmara após a adição de uma emenda que contempla que bancos aumentem financiamentos. Pela legislação, a GM e a Chrysler podem ter acesso ao socorro financeiro a fim de continuarem operando enquanto desenvolvem planos de reestruturação até 31 de março.

O projeto dos democratas contempla a criação de um ´car czar´, um funcionário do governo com a missão de monitorar as empresas beneficiadas pelo plano. Ele pode requerer o pagamento imediato dos empréstimos concedidos se as empresas não apresentarem progressos adequados.

(Juliana Cardoso | Valor Online, com agências internacionais)

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