Os escritórios de advocacia tiram vantagem da crise, segundo João Paulo Fagundes, sócio da Rayes, Fagundes e Oliveira Ramos. Nos últimos dois meses o escritório começou a cuidar de dez operações de fusão e aquisição.

Outra área aquecida é a de contenciosos. Com a alta do dólar e a dificuldade de obter recursos, algumas empresas deram calote nas faturas e os contratos precisaram ser renegociados na Justiça.

Os fundos de private equity (que compram participações em empresas), prevê o sócio da PricewaterhouseCoopers, Alexandre Pierantoni, também vão lucrar. "Eles poderão aproveitar a depreciação dos ativos para adquirir participações". Executivo da Deloitte, Antonio Caggiano Filho, espera mais negócios : "A crise atinge a todos os setores e será preciso buscar outras soluções além das demissões que nós vemos hoje". As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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