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Caixa quer atuar em leasing e distribuição de títulos

A Caixa Econômica Federal (CEF) tem interesse em, futuramente, aumentar o escopo de suas operações, passando a atuar nas áreas de leasing (arrendamento mercantil), de distribuição de títulos e valores mobiliários (DTVM) e como banco de investimento, informou hoje a presidente da instituição, Maria Fernanda Coelho, em entrevista à imprensa no Clube de Engenharia. Essas possibilidades são abertas pela Medida Provisória (MP) 443, que permite à Caixa ter subsidiárias e adquirir participações em empresas do setor financeiro, incluindo áreas como previdência privada.

Agência Estado |

"Desde 2004, temos uma discussão interna sobre ter um banco de investimento e outras operações", afirmou a presidente. "A CaixaPar (empresas de participações da Caixa) vai permitir que a gente trabalhe em alguns setores (como leasing e DTVM)", afirmou. "Não temos perspectiva de sermos majoritários, mas se aparecer uma oportunidade, podemos ir nesse sentido", completou. Na visão de Maria Fernanda, "a Caixa tinha uma situação de não ter competitividade com o mercado, por ser a única (instituição bancária) que não poderia" ter subsidiárias e fazer aquisições.

No entanto, ela disse também que a Caixa, "neste momento, não" tem nenhuma instituição em vista para compra e que a MP 443 "é de caráter preventivo", porque dá à Caixa "capacidade e velocidade" para fazer aquisições rápidas, se necessário.

Ela contou que a Caixa continua negociando a compra de outras carteiras de crédito, do tipo crédito consignado (com desconto na folha de pagamento), além das quatro que já adquiriu. Em resposta a uma pergunta sobre se as negociações são com bancos que estão estrangulados, a executiva disse que "não necessariamente" e explicou que os vendedores podem estar querendo espaço para conceder mais crédito.

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