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Caisse d Epargne e Banque Populaire formalizam negociações de fusão

Paris, 8 out (EFE).- O grupo Caisse dEpargne e o Banque Populaire formalizaram hoje suas negociações para a fusão das duas instituições, que criaria segunda maior entidade bancária da França com mais de 40 bilhões de euros de fundos próprios e uma rede de 8.

EFE |

200 agências.

O objetivo da negociação é a fusão dos órgãos centrais de ambos os bancos, enquanto as redes de agências manteriam sua autonomia de acordo com "um modelo descentralizado", informou em comunicado o Caisse d'Epargne.

O novo conjunto administraria, entre depósitos e cadernetas de poupança, 480 bilhões de euros, mais 17,5 bilhões de euros de receitas e aproximadamente 100 mil funcionários, segundo o Caisse d'Epargne.

A instituição afirmou que sua situação financeira "está entre as mais sólidas", com 18,2 bilhões de euros de fundos próprios de base no final do primeiro semestre.

O banco ainda ressaltou sua situação de solvência, levando em conta que os depósitos de seus clientes representam 110% dos empréstimos concedidos além de dispor de "várias dezenas de bilhões de euros de ativos que devem ser mobilizados" junto ao Banco Central Europeu (BCE).

"Esta força é determinante no contexto de tensão atual para o financiamento dos bancos", destacou o Caisse d'Epargne, em uma referência direta à crise financeira.

A imprensa já havia falado nos últimos dias sobre as negociações para a fusão das duas entidades, que, segundo disse hoje o jornal econômico "La Tribune", deveria ser objeto de um acordo definitivo antes do fim do ano.

Esta publicação afirmou que o Caisse d'Epargne e o Banque Populaire trabalham em um sistema de gestão baseado em um conselho de vigilância e um diretório. Além disso, a união estaria condicionada a uma divisão igualitária do poder.

De acordo com o "La Tribune", o presidente do Banque Populaire, Philippe Dupont, estaria à frente do diretório, enquanto o do Caisse d'Epargne, Charles Milhaud, comandaria o conselho de vigilância.

Caso ocorra, a fusão precisaria de uma reforma legislativa, dado o caráter particular das cadernetas de poupança, que têm uma série de atributos por parte do Estado.

Para essa reforma, não parece haver problemas, já que as negociações receberam na segunda-feira o aval do presidente francês, Nicolas Sarkozy.

Além disso, a ministra da Economia e Finanças da França, Christine Lagarde, reiterou hoje essa posição ao comentar que a união seria "muito boa" caso se confirmasse. EFE ac/rb/plc

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