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Cade aprova fusão de Bovespa Holding e BM F sem restrições

SÃO PAULO - Foi aprovada hoje pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), sem restrições, a operação de fusão entre a Bovespa Holding, controladora da Bolsa de Valores de São Paulo, e da BM & F S.A., que opera a bolsa futuros e de mercadorias. A decisão foi tomada pelo plenário do órgão em reunião que ocorre neste momento e confirmada pela assessoria do Cade.

Valor Online |

As duas empresas não concorrem entre si, já que a Bovespa opera majoritariamente com transações com ações no segmento à vista e a BM & F tem como principal negócio o mercado de contratos futuros.

A fusão das duas empresas foi anunciada ao mercado no dia 25 de abril. A BM & F Bovespa, como é chamada a nova empresa, nasceu como a terceira maior bolsa de mundo por valor de mercado, atrás apenas da CME e da Deutsche Borse.

Na última segunda-feira, a empresa formalizou o pedido de registro de companhia aberta na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). De acordo com comunicado distribuído pela companhia, até que seja concluído o processo de registro e de listagem de suas ações no Novo Mercado, as ações da BM & F e da Bovespa Holding continuarão a ser negociadas sob os códigos atuais BMEF3 e BOVH3, respectivamente.

A previsão do presidente do conselho de administração da companhia, Gilberto Mifano, é que no próximo mês as ações das companhias passem a ser negociadas de forma unificada.

Entre janeiro e 8 de maio deste ano, data em que a fusão foi aprovada pelos acionistas, a BM & F Bovespa teve receita bruta consolidada de R$ 643,5 milhões. Do total da receita bruta, R$ 400,6 milhões (62%) vieram das operações da Bovespa, R$ 225,4 milhões (35%) dos negócios feitos na BM & F e R$ 17,5 milhões (3%) de outras operações, como venda de informações e taxa de classificação de mercadorias.

Antes de impostos, o lucro da BM & F Bovespa foi de R$ 434,5 milhões. Após esses descontos, o ganho líquido da empresa foi de R$ 282,9 milhões no período.

A nova bolsa nasce com ativo total de R$ 22,2 bilhões. O montante é inflado pelo ágio de R$ 16,38 bilhões gerado no momento da incorporação da Bovespa Holding pela BM & F Bovespa. Entre disponibilidades de caixa e aplicações financeiras, a empresa tinha R$ 3,768 bilhões no dia 8 de maio.

(Valor Online)

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