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Cacciola deve chegar ao Brasil em até 15 dias

O ministro da Justiça, Tarso Genro, informou que em cerca de uma semana estarão concluídas todas as providências diplomáticas junto à França e Mônaco para permitir que o banqueiro Salvatore Cacciola seja transferido ao Brasil. A logística do traslado está sendo montada pelo secretário nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, que previu que em 15 dias, no máximo, o banqueiro estará em solo brasileiro e à disposição do juiz da 6ª Vara da Justiça Federal do Rio.

Agência Estado |

A decisão final pela extradição do banqueiro, ratificada pelo príncipe Albert II, foi comunicada nesta manhã ao Ministério da Justiça pelo governo monegasco. Tarso definiu a medida como uma vitória contra a impunidade. "A decisão sinaliza duas coisas: Mônaco mostrou ter uma política de Estado que não se presta a ser território de proteção a criminosos e o governo brasileiro fez um trabalho técnico e jurídico criterioso para amparar a extradição", disse. "O príncipe destronou o rei da impunidade", comemorou Tuma Jr.

Condenado a 13 anos de prisão por desvio de dinheiro público e gestão fraudulenta do banco Marka, que quebrou na crise cambial de 1999, Cacciola chegou a ficar 37 dias preso, mas saiu do Brasil em 2000, amparado num alvará de soltura concedido pelo ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF). Em setembro do ano passado, o banqueiro foi preso em Mônaco e desde então o governo brasileiro trava uma disputa jurídica ferrenha pela extradição. Caberá à 6ª Vara Federal do Rio, autora da condenação, decidir em que presídio Cacciola cumprirá a pena.

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