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Bush pede que países evitem protecionismo na crise

O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, disse neste sábado durante discurso no fórum para a Cooperação da Ásia-Pacífico (Apec, na sigla em inglês) que as nações desenvolvidas e as em desenvolvimento precisam trabalhar juntas para resolver a crise financeira global.

Agência Estado |

Em seu discurso Bush também sugeriu que os 21 países membros da Apec não reforcem o protecionismo para estimular aquilo que ele chamou de "efeitos dolorosos da crise financeira". Para o presidente norte-americano, os países devem "resistir à tentação de impor regras que reduzam a inovação e estrangulem o crescimento".

Os líderes das 21 nações que compõem a Apec, e que representam metade da economia mundial, declararam hoje ser vital não abandonar o livre comércio, não importando quão grave se mostre a crise econômica mundial.

O presidente da Coréia do Sul, Lee Myung-bak, disse que o mundo deve resistir às medidas protecionistas, embora empresas continuem indo à falência e inúmeros empregos sejam perdidos.

Os líderes da Apec se encontram todos os anos em um país diferente para estreitar laços econômicos e comerciais. Desta vez, a instabilidade do mercado financeiro e a perspectiva de uma recessão são os temas principais da agenda.

A principal preocupação será dar uma resposta coletiva à crise financeira e econômica global. Além do presidente Bush, o presidente russo, Dmitry Medvedev, e o líder chinês, Hu Jintao, estarão entre os participantes do encontro.

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