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Bush pede ação coordenada para lidar com crise

SÃO PAULO - O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, pediu uma ação coordenada liderada pelos países industrializados para lidar com os problemas no ambiente internacional de crédito.

Valor Online |

A observação foi feita no mesmo dia em que as bolsas no mundo trabalharam entre perdas e ganhos.

As palavras do dirigente americano também vieram após os ministros das Finanças da União Européia acertarem elevar a garantia de depósitos privados para 50 mil euros por um ano, mas não conseguirem fechar acordo por um limite maior, de 100 mil euros. A nova marca está abaixo da proteção já oferecida em muitos países do bloco europeu, incluindo o Reino Unido.

Bush quis tranqüilizar os americanos ao afirmar que a economia do país irá recuperar-se da crise financeira atual, mas ponderou que isso demandará tempo e que não será uma tarefa fácil. "Exatamente agora estamos em um momento difícil. Não existem dúvidas quanto a isso", sustentou. "Tenham fé, esta economia irá recuperar-se ao longo do tempo. Gostaria de poder estalar os dedos e fazer tudo parar, mas isto não funciona assim", comentou.

O presidente americano voltou a insistir que o plano de resgate do setor financeiro aprovado pelo Congresso na semana passada liberará linhas de crédito para os negócios e para as pessoas físicas, mas essa ação não é imediata.

No começo do dia, Bush conversou com o premiê britânico Gordon Brown, com o presidente francês Nicolas Sarkozy e com o primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, sobre coordenar os esforços deles para aliviar a crise financeira que está se espalhando pelo mundo. A porta-voz da Casa Branca, Dana Perino, comentou que o presidente americano falou das medidas que os EUA estão tomando para contornar os problemas no ambiente de crédito bem como da importância de os países trabalharem juntos.

Dana acrescentou que a Casa Branca está "satisfeita" com o nível de coordenação entre os Estados Unidos e a Europa até o momento e disse que os formuladores de política monetária terão a chance de debater mais sobre a crise no fim de semana, quando ministros das Finanças dos EUA, Alemanha, Inglaterra, França, Itália, Canadá e Japão - o conhecido G-7 - têm encontro marcado em Washington.

(Valor Online, com agências internacionais)

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