SÃO PAULO - O pronunciamento do presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, previsto para esta manhã centra as atenções dos agentes.

O discurso ocorrerá antes da abertura dos mercados americanos. Depois de a Câmara rejeitar o plano do governo dos EUA de US$ 700 bilhões para socorrer instituições financeiras, os próximos passos são incertos.

Existe a possibilidade de a administração Bush e líderes congressistas renegociarem o projeto e levá-lo novamente à análise na quinta-feira, por exemplo. Além da expectativa de um plano revisado, há rumores de que os bancos centrais poderiam anunciar cortes emergenciais nas taxas de juros.

Bush, que tinha mostrado confiança de que o programa de resgate receberia apoio dos legisladores, se disse ontem "muito desapontado" com a rejeição na Câmara. O secretário do Tesouro dos EUA, Henry Paulson, afirmou que continuará usando "todas as ferramentas disponíveis" para proteger a economia.

Ontem, com a informação da recusa pela Câmara do plano de salvamento do sistema financeiro, Wall Street fechou com forte queda - o Dow Jones baixou quase 7% e o Nasdaq declinou 9,14%.

(Valor Online, com agências internacionais)

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