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Buscas da PF não apontam envolvimento de Eike em supostas irregularidades

O delegado da Polícia Federal responsável pela Operação Toque de Midas, Fábio Tanura, disse que as buscas realizadas hoje pela PF na casa do empresário Eike Batista, no Rio de Janeiro, e em outros 11 endereços pertencentes a empresas e executivos ligados ao empresário em três Estados não encontraram provas do envolvimento direto de Eike nas supostas irregularidades. Todas as empresas do grupo foram alvos das buscas, bem como a residência do vice-presidente da mineradora MMX, Flávio Godinho, braço direito de Eike, apontado pela PF como cabeça da fraude na licitação, de acordo com Tanura.

Agência Estado |

 

"Só a análise do material apreendido, que começa na próxima semana, vai mostrar o grau de envolvimento de cada um", disse o delegado.

O superintendente da Polícia Federal no Amapá, Rui Fontel, declarou haver indícios de que várias pessoas ligadas ao empresário Eike Batista cometeram os crimes de formação de quadrilha, fraude em licitação e corrupção. Disse que os acusados teriam atuado, por meio de propina e favorecimento pessoal, para beneficiar a MMX, pertencente a Eike, no processo de licitação da estrada de ferro do Amapá. Em nota, a MMX nega que tenha cometido qualquer tipo de irregularidade ou ilícito nas ações ligadas à licitação, que resultou na outorga da concessão da estrada de ferro em favor da empresa.

Fontel afirmou, no entanto, que foram encontrados indícios de direcionamento da licitação para que as empresas do grupo MMX vencessem o certame. De acordo com ele, "o direcionamento se daria com o ajuste prévio de cláusulas favoráveis às empresas do grupo, principalmente as referentes à habilitação dos participantes no procedimento licitatório, afastando, dessa forma, demais interessados na concessão da estrada de ferro".

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