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Brown: todos países devem renunciar ao protecionismo

O primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, divulgou hoje suas propostas para a reunião do G-20, que acontece no dia 2 de abril, em Londres. O Reino Unido preside o grupo neste ano.

Agência Estado |

Em linha com seu discurso nos últimos meses, Brown voltou a defender ações coordenadas para combater a crise. Ele propõe a criação de um setor financeiro global, a partir da reforma da regulação atual, de forma a reduzir a diferença entre as regras dos países. O objetivo é ter um sistema que sirva às necessidades da economia de forma mais ampla.

Para ele, os bancos precisam estar adequadamente capitalizados. O primeiro-ministro avalia que, quando for adequado, os governos ou bancos centrais devem lidar com os ativos ruins das instituições. Brown também defende a reforma das instituições internacionais, de forma que os países emergentes tenham maior participação. Ele sugere ainda a criação de um sistema internacional de alerta, no qual o Fundo Monetário Internacional (FMI) teria papel fortalecido. O primeiro-ministro quer "ação imediata para aumentar substancialmente" os recursos disponíveis pelo FMI, o que elevaria sua capacidade de empréstimos para os países que sofrem com a redução do fluxo de capital.

"Todos os países devem renunciar ao protecionismo, com um mecanismo transparente para monitorar os compromissos e as medidas para elevar o acesso ao comércio", diz o documento divulgado hoje por Brown sobre uma das maiores polêmicas deste momento da crise.

Ele avalia que, na reunião do G-20, os líderes devem concordar com a adoção de ações globais para que o crescimento econômico mundial seja retomado. Essas medidas incluem três compromissos: adotar todas as atitudes necessárias para estabilizar os mercados e permitir que as famílias e os negócios passem pela recessão; reformar e fortalecer o sistema econômico global para restaurar a confiança; e colocar a economia global no caminho do crescimento sustentável.

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