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Brown se compromete a proteger economias, mas não oferece garantia ilimitada

Londres, 30 set (EFE).- O primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, se comprometeu hoje a fazer o que for necessário para proteger o dinheiro economizado pelos cidadãos, embora tenha recusado oferecer uma garantia ilimitada para os depósitos bancários.

EFE |

"Seja onde for que aconteceu um problema, interviemos e nos encarregamos do mesmo", declarou o primeiro-ministro em entrevista à "BBC", na qual afirmou que, até o momento, nenhum poupador britânico perdeu dinheiro.

Neste sentido, citou os discursos para proteger os depósitos de que tinham suas economias no Northern Rock e no Bradford & Bingley (B&B), ambos naturalizados pelo Governo britânico que, no segundo caso, autorizou a venda do negócio no varejo - economias e filiais - para o Santander.

Brown também destacou a operação de compra do Halifax Bank of Scotland pelo Lloyds TSB.

"Examinaremos qualquer intervenção que seja necessária tomar, mas acho que as pessoas podem ver nossas ações que até o momento protegeram os poupadores", declarou o primeiro-ministro.

Segundo a "BBC", espera-se que o Governo anuncie em breve medidas para garantir os depósitos bancários até 50.000 libras (cerca de 63.000 euros), em comparação ao limite de 35.000 libras (cerca de 44.000 euros) vigente atualmente.

O líder da oposição britânica, o conservador David Cameron, afirmou hoje que é necessário fazer um grande esforço para proteger os empregos, as economias e as hipotecas da população ante a grave crise financeira.

Além disso, Nick Clegg, líder do Partido Liberal Democrático, a terceira força política do país, pediu uma proteção similar das economias dos cidadãos como a anunciada hoje pelo Governo da Irlanda.

O Governo irlandês garantirá durante os próximos dois anos todos os depósitos bancários dos seis grandes bancos nacionais para "salvaguardar o sistema financeiro irlandês", anunciou o ministro da Economia Brian Lenihan.

A decisão do Governo irlandês foi tomada alguns dias depois de a Câmara de Representantes dos EUA rejeitar o polêmico plano de resgate financeiro proposto pelo Governo, estimado em US$ 700 bilhões (cerca de 488,217 bilhões de euros). EFE ep/fal

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