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Brown, Sarkozy e Barroso atacam o protecionismo

O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, lançou-se contra o protecionismo, depois de uma reunião nesta segunda-feira em Londres com o presidente francês Nicolas Sarkozy e o presidente da Comissão Européia, Manuel Barroso.

AFP |

"Concordamos em afirmar que o protecionismo contribuiria para adiar a reativação econômica e repetiria erros do passado", afirmou o chefe de Governo britânico, em entrevista à imprensa em seguida ao encontro em Downing Street dos três líderes, para examinar respostas para a crise financeira.

"O protecionismo é o que devemos evitar e combater nos próximos meses", reafirmou o líder britânico, que será o anfitrião da próxima reunião de cúpula do G-20, no dia 2 de abril de 2009.

"Estamos convencidos de que todos os países do mundo devem pressionar" para subscrever um acordo mundial de comércio, "que está a nosso alcance nos próximos dias", insistiu Brown.

O líder trabalhista conclamou todos os países a estabelecer "uma agenda comum", voltada para a próxima reunião da Organização Mundial de Comércio (OMC), agora em dezembro em Genebra, para buscar uma saída para a Rodada de Doha.

Em julho, acabou em fracasso uma reunião ministerial destinada a concluir essa rodada de negociações comerciais.

"Para esta crise sem precedentes, necessitamos um nível também sem precedentes de ambição", lançou o líder trabalhista, que teve seu plano de resgate dos bancos, anunciado no princípio de outubro, copiado no mundo inteiro.

O chefe do Governo britânico será o anfitrião da próxima reunião de cúpula do G-20 (os 7 países mais industrializados do planeta mais a União Européia e 12 países emergentes), no dia 2 de abril de 2009.

Há alguns dias, o diretor da Organização Mundial de Comércio (OMC), Pascal Lamy, pediu aos países membros que preparem seus ministros para irem a Genebra entre 13 e 15 de dezembro a fim de buscar uma saída para a Rodada de Doha.

As conversações sobre um acordo para a liberação do comércio mundial, lançadas em 2001, chocaram-se constantemente com grandes divergências entre os países ricos e em desenvolvimento sobre os capítulos da indústria e a agricultura.

Na reunião realizada em 15 de novembro, em Washington, sobre a crise financeira mundial, o Grupo dos 20 - países mais ricos e em desenvolvimento - defenderam a conclusão de uma vez por todas as negociações.

ame/hov/sd

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