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Brown defende maior contribuição de países petroleiros para o FMI

O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, pediu aos Estados do Golfo ricos em petróleo e à China que aumentem substancialmente a contribuição ao Fundo Monetário Internacional (FMI) para ajudar a resgatar os países afetados pela crise econômica.

AFP |

"São os países que têm reservas substanciais, os países ricos em petróleo e outros que devem ser os maiores contribuintes deste fundo", declarou Brown, antes de viajar para Paris para uma reunião com o presidente francês, Nicolas Sarkozy.

"Aumentar a contribuição para o fundo do FMI pode reduzir o risco de contágio da crise financeira", declarou o chefe de Governo britânico.

"É do interesse de todas as nações que os problemas financeiros não se espalhem", disse o premier britânico. Para ele, o fundo americano de 250 bilhões de dólares colocado à disposição do FMI não é suficiente para evitar que a crise se estenda a outros países.

Em entrevista à imprensa em Downing Street, o líder britânico convidou também a China a aumentar sua contribuição ao FMI para ajudar os países afetados pela crise financeira.

"A China também tem reservas consideráveis", destacou Brown, que se reunirá nesta terça-feira nos arredores da capital francesa com o presidente francês para examinar uma resposta coordenada à crise.

O primeiro-ministro britânico não descartou a possibilidade da Grã-Bretanha aumentar sua contribuição para o fundo, mas deixou claro que o principal deve vir da China e dos países ricos do Golfo, que se beneficiaram durante muitos meses dos altos preços do petróleo.

ame/lm/fp

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