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British Airways, Iberia e American Airlines anunciam acordo

Londres, 14 ago (EFE).- A British Airways, a Iberia e a American Airlines anunciaram hoje um acordo para formar uma empresa mista que operaria rotas entre a Europa e a América do Norte.

EFE |

Segundo comunicado emitido, as companhias aéreas britânica, espanhola e americana apresentarão hoje a proposta de negócio conjunto ao Departamento de Transporte dos Estados Unidos para obter a imunidade antimonopólio e farão uma notificação à União Européia (UE).

As três companhias aéreas, que manterão sua independência jurídica, asseguram que a nova aliança permitirá aos consumidores ter acesso a rotas mais amplas e com mais horários.

A aliança possibilitará "cooperar comercialmente nos vôos entre EUA, México e Canadá e nos países da UE, além de Suíça e Noruega", disseram na nota.

Também permitirá à aliança Oneworld, à qual as três pertencem, competir "mais eficazmente" no mundo todo com outras uniões do mesmo tipo, como a Star Alliance e a SkyTeam.

Na solicitação de imunidade antimonopólio que serão apresentadas hoje às autoridades americanas estarão incluídos também outros dois membros da Oneworld: a Finnair e a Royal Jordanian.

As companhias aéreas consideram que não deveria haver obstáculos para conseguirem a imunidade diante das leis antimonopólio americanas, pois as rivais Star Alliance e SkyTeam, que já contam com ela, têm uma grande fração do mercado.

Nos vôos entre EUA e UE, a Star Alliance, que inclui a Lufthansa, a United Airlines e a Cingapura Airlines, tem 35% do mercado, enquanto a SkyTeam (Air France/KLM, Delta e Northwest) controla 28%.

Caso esta parceria prospere, as três companhias poderão criar uma rede combinada que terá 443 destinos em 106 países com mais de 6,2 mil vôos.

Na solicitação aos reguladores, as companhias aéreas argumentarão que a operação conjunta permitirá aos dez membros da Oneworld "fortalecer seus negócios em um momento de altos preços do petróleo e de arrefecimento econômico" que geraram as piores condições na história do setor. EFE jm/fh/fal

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