Os líderes do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) alertaram hoje, no documento final de seu segundo encontro, que a recuperação da economia mundial ainda não está "sólida" e que continua vulnerável a "incertezas". Com base na convicção de que boa parte da retomada de crescimento desde o final de 2009 se deveu a sua própria atuação, o BRIC advertiu para a necessidade de preservação da agenda de reformas já decidida no âmbito do G-20 (grupo das maiores economias) e reivindicou uma presença mais consistente nas decisões mundiais.

Os líderes do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) alertaram hoje, no documento final de seu segundo encontro, que a recuperação da economia mundial ainda não está "sólida" e que continua vulnerável a "incertezas".

Com base na convicção de que boa parte da retomada de crescimento desde o final de 2009 se deveu a sua própria atuação, o BRIC advertiu para a necessidade de preservação da agenda de reformas já decidida no âmbito do G-20 (grupo das maiores economias) e reivindicou uma presença mais consistente nas decisões mundiais.

"Nós reconhecemos que os fundamentos da recuperação econômica mundial não estão ainda sólidos e que há incertezas remanescentes", ressaltaram os líderes do BRIC no comunicado conjunto que encerrou a reunião de cúpula. "Nós apelamos a todos os Estados para fortalecerem a cooperação macroeconômica, recuperarem conjuntamente a segurança da economia global e perseguirem um forte, sustentável e equilibrado crescimento."

No documento, os membros do BRIC se comprometem a manter os esforços nacionais que tornaram possível a recuperação de suas economias, em especial para impulsionar seus mercados domésticos.

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