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Brasscom e Apex selam acordo para promover serviços de TI no exterior

Trinta e seis empresas de Tecnologia da Informação (TI) receberão nos próximos dois anos investimentos de R$ 14 milhões para promover seus produtos e serviços no exterior, com destaque para Estados Unidos, Reino Unido e Japão. Trata-se de um esforço conjunto da Agência Brasileira de Promoção das Exportações (Apex) e da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) para consolidbar o Brasil como uma opção na oferta mundial de serviços de outsourcing (terceirização) de tecnologia.

Agência Estado |

Com a iniciativa, espera-se que as exportações de serviços cresçam do US$ 1,3 bilhão acusado no mercado de TI em 2008 (alta de 29% sobre 2007) para US 3,5 bilhões ao final de 2010, dos quais 70% virão das 36 filiadas à Brasscom, segundo o presidente da entidade, Antônio Gil. O acordo firmado com a Apex prevê atividades para fortalecimento de marcas, relações públicas internacional, mídia, eventos e intercâmbio entre analistas.

A crise financeira global parece não intimidar os presidentes da Brasscom da Apex-Brasil, Alessandro Teixeira, quando o assunto é fomento à indústria de TI, especialmente agora que o real está mais desvalorizado frente ao dólar, o que dá certa vantagem competitiva aos serviços vendidos pelo Brasil. "É preciso investir mais forte em momentos de crise, para as empresas ficarem fortalecidas quando a turbulência passar", afirmou Teixeira. "Na crise, as grandes corporações procuram alternativas para a redução de custos de desenvolvimento de software e serviços e voltam seus olhos para mercados emergentes com diferenciais competitivos de custo e qualidade."

Mesmo com a crise ameaçando a economia global, Gil acredita que os serviços de outsourcing prestados fora de seus países de origem (offshore) cresçam ao redor de 20% ao ano. Baseado em projeções da AT Kearney, ele estima, para 2010, um volume de negócios entre países da ordem de US$ 101 bilhões. "A curva de crescimento da indústria de TI não costuma seguir à risca a curva do PIB: mesmo em momentos de crise, o mercado precisa de tecnologia da informação para dinamizar seus negócios", acredita Gil.

Ao contrário de outros setores da economia, a Brasscom crê que o desemprego passe ao largo do setor de serviços de TI. A área de serviços de TI emprega, hoje, 400 mil pessoas. Considerando também as empresas de produtos, o mercado de TI registra em torno de 900 mil colaboradores. Segundo pesquisa da associação, em 2008 o mercado de serviços de TI, que se ressente da falta de mão de obra qualificada, tinha 33,011 mil vagas em aberto. Até 2011, a Brasscom espera que o mercado de TI abra 100 mil vagas.

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