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A economia brasileira vive um período de recuperação, mas ainda não está em expansão. A análise foi divulgada na sexta-feira pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

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Segundo a entidade, da qual o Brasil não faz parte, a economia mundial de fato deixou a recessão e, em tom otimista, disse que os principais atores do mercado internacional estão caminhando em sua recuperação. Mas alguns ainda não acabaram de zerar o que perderam na fase mais crítica da crise. O Brasil é uma das economias que ainda não compensaram as perdas e está abaixo do potencial de crescimento dos Brics (grupo formado por Brasil, Rússia, Índia e China).

Os indicadores compilados pela OCDE servem para marcar a tendência de cada economia. Trata-se da reunião de dados sobre Produto Interno Bruto (PIB), produção industrial, vendas, exportações, confiança, spreads e indicadores de diversos setores. A conclusão é de que, nos países ricos, a recuperação continua.

Entre os emergentes avaliados pela OCDE, todos também estão em fase de recuperação. Mas a China foi rebaixada. Há um mês, foi classificada como uma economia em expansão, indicando que já teria recuperado as perdas e agora passava a crescer. Mas a queda das importações asiáticas fez a OCDE rever a projeção para a China. Mesmo assim, a taxa para a China está 0,2 ponto superior em outubro que em setembro. Em comparação a 2008, a alta é de 5,7 pontos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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