Crédito só apresenta desaceleração na região Centro-Oeste, diz Mantega http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2008/11/24/governo_divulgara_governo_campanha_de_fim_de_ano_incentivando_o_consumo_interno_2130450.html target=_topGoverno divulgará campanha de fim de ano incentivando o consumo interno http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2008/11/24/credito_so_apresenta_desaceleracao_na_regiao_centro_oeste_diz_mantega_2130455.html target=_top " /
Publicidade
Publicidade - Super banner
enhanced by Google
 

Brasil se preparou para crise e não entrará em recessão, diz ministro Guido Mantega

BRASÍLIA - O ministro da Fazenda,Guido Mantega, afirmou que o Brasil sofrerá com menor intensidade os impactos da crise financeira mundial. Na avaliação de Mantega, que participou nesta segunda-feira do último encontro de ministros com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na Granja do Torto, o País fez seu dever de casa para evitar um prejuízo como o projetado por países como a Índia, a China, Rússia e os EUA. O Brasil sofrerá uma desaceleração, não uma recessão como outras economias emergentes e desenvolvidas. Continuaremos com um crescimento positivo em 2009, garantiu o ministro da Fazenda. http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2008/11/24/credito_so_apresenta_desaceleracao_na_regiao_centro_oeste_diz_mantega_2130455.html target=_topCrédito só apresenta desaceleração na região Centro-Oeste, diz Mantega http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2008/11/24/governo_divulgara_governo_campanha_de_fim_de_ano_incentivando_o_consumo_interno_2130450.html target=_topGoverno divulgará campanha de fim de ano incentivando o consumo interno http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2008/11/24/credito_so_apresenta_desaceleracao_na_regiao_centro_oeste_diz_mantega_2130455.html target=_top

Redação com agências |

Segundo o ministro, apesar das fortes críticas feitas ao governo, a decisão de garantir uma considerável quantia em moeda estrangeira é um dos principais fatores de redução do impacto da desaceleração mundial sobre a economia nacional.

Além disso, Mantega lembrou que o governo Lula optou por medidas de valorização do emprego formal e recuperação dos salários da população.

Para o ministro, esse tipo de medida permitiu a manutenção da demanda interna, o que aumentou esse colchão de segurança contra a crise.

Em relação à liberação de recursos a setores mais vulneráveis a crise, principalmente o mercado de crédito, o ministro ressaltou que o governo deu prioridade aos que geram uma grande quantidade de postos de trabalho, como a construção civil, a indústria automobilística e a agropecuária.

Mercado de crédito

Mantega afirmou que o crédito já está sendo escoado pelos grandes bancos, "em algo como 80%" do nível antes da crise financeira, iniciada em setembro. Ele afirma, no entanto, que os bancos médios e pequenos ainda estão sem liquidez e que alguns segmentos do setor produtivos continuam sem acesso a linhas de financiamento. "Vamos ter alguma queda de demanda por causa disso", disse ele.

Em seu relato, o ministro informou que em novembro houve uma recomposição na oferta de crédito sobre outubro, embora ainda sem "normalização" e ainda "não no ponto ideal". "Está faltando crédito ainda nos bancos pequenos e médios, que venderam carteiras mas ainda estão sem condições de voltar a dar empréstimos", avaliou Mantega.

Questionado sobre dados que apontam que o setor bancário foi o que mais lucrou no país neste ano, o ministro respondeu: "É um sinal de solidez do nosso sistema bancário, enquanto lá fora os bancos estão quebrando e precisando de socorro", comentou.

Cenário nos EUA

O ministro avaliou como positiva a nomeação de Tim Geithner como secretário do Tesouro do futuro governo Barack Obama. Segundo Mantega, o EUA também acertaram ao confirmarem o socorro de US$ 20 bilhões ao Citibank.

Em relação ao período de transição entre as administrações George Bush e Obama, o ministro comentou que o presidente Lula manifestou uma preocupação com o "vácuo de poder" que vai existir nos Estados Unidos. "É uma preocupação a troca de poder nesses 60 dias. Decisões têm de ser tomadas a todo o momento para evitar problemas maiores na economia".

(Com Valor Online)

Leia tudo sobre: crise financeira

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG