Publicidade
Publicidade - Super banner
enhanced by Google
 

Brasil retoma 1º lugar em ADRs negociados nos EUA

O Brasil recuperou a posição como o país com o maior volume de ADRs negociado em bolsas dos Estados Unidos em 2008. Segundo levantamento do Bank of New York Mellon, os ADRs brasileiros movimentaram US$ 898,4 bilhões no ano passado - o que representa alta de 62% em relação ao volume de 2007.

Agência Estado |

Também no ano passado, a Securities and Exchange Comission (SEC), a comissão de valores mobiliários dos EUA, simplificou a regra para lançamento de ADRs de Nível 1, o que fez com que, só em dezembro, duas empresas brasileiras lançassem ADRs desse tipo.

Após ter sido o país com maior volume de ADRs negociado nos EUA em 2006, o Brasil havia perdido a posição para a China em 2007. Mas no ano passado o País voltou ao primeiro lugar e os US$ 898,4 bilhões negociados superaram a China - que movimentou US$ 791,2 bilhões - e o Reino Unido - com US$ 402,8 bilhões. O volume negociado por ADRs nas bolsas norte-americanas no ano passado atingiu US$ 3,7 trilhões, o que significa que os recibos brasileiros foram responsáveis por 24% do total.

Além disso, duas empresas brasileiras ficaram em primeiro e terceiro lugar no ranking de ADRs com maior volume de negociação nos EUA. Os recibos da Petrobras foram os mais negociados, movimentando um total de US$ 340 bilhões com a soma dos ADRs ordinários (ON) e preferenciais (PN). Vale ocupou a terceira colocação, com um volume total (ON e PN) de US$ 258,4 bilhões, atrás da empresa chinesa de internet Baidu.com, que movimentou US$ 331,6 bilhões.

O levantamento do BNY também mostra que, entre os 25 ADRs que tiveram os maiores volumes de negociação nas bolsas norte-americanas em 2008, figuram outras quatro empresas brasileiras, além de Petrobras e Vale. Os três recibos de bancos brasileiros listados na Bolsa de Nova York (Nyse) aparecem na lista: Unibanco (14º lugar), com US$ 50,2 bilhões; Bradesco (16º), com US$ 47,9 bilhões, e Itaú (20º), com US$ 38,1 bilhões. Já a siderúrgica CSN (24º) movimentou US$ 34,3 bilhões na Nyse.

Leia tudo sobre: home

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG