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Brasil quer ampliar relações comerciais com Líbano, diz Lula

Brasília, 22 abr (EFE).- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta quinta-feira, durante almoço em Brasília com o presidente do Líbano, Michel Suleiman, o aumento das relações comerciais entre os dois países.

EFE |

Brasília, 22 abr (EFE).- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta quinta-feira, durante almoço em Brasília com o presidente do Líbano, Michel Suleiman, o aumento das relações comerciais entre os dois países. "O Brasil quer ver o Líbano recuperar seu lugar como porta privilegiada de acesso aos investimentos e ao comércio no mundo árabe. Queremos consolidar o papel de Beirute como plataforma para os negócios brasileiros", afirmou Lula. Ainda de acordo com o presidente, o Líbano poderá se transformar em um "exemplo" de prosperidade e tolerância para todo o Oriente Médio, e a contribuição de Beirute é importante para a paz na região. "Não haverá reconciliação na região sem um Líbano vivendo em harmonia com seus vizinhos e nem haverá conforto para o sofrido povo libanês enquanto durar o conflito árabe-israelense, a questão dos refugiados palestinos e as indefinições sobre o programa nuclear iraniano", acrescentou. Lula reiterou sua confiança em uma saída diplomática para a crise entre Estados Unidos e Irã e assegurou que promoverá o diálogo como solução para o problema durante a visita que fará a Teerã em maio. Na área comercial, Lula detalhou que uma recente missão comercial ao Líbano liderada pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, identificou oportunidades de investimento na área de infraestrutura para a reconstrução do Líbano após o conflito de 2006. O presidente chamou a atenção para as oportunidades do Líbano de diversificar suas exportações ao Brasil, para equilibrar a balança comercial entre os dois países. Lula e Suleiman aproveitaram o encontro para assinar dois acordos de colaboração nas áreas social e de esportes, que permitirão, entre outros temas, o desenvolvimento de atividades em conjunto visando a redução da pobreza. EFE. mp/id
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