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Brasil é o emergente cuja economia menos cai, segundo a OCDE

Paris, 12 jan (EFE).- O Brasil foi o país que menos piorou suas perspectivas entre os emergentes, segundo a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) nos indicadores compostos avançados divulgados hoje, com queda de 1,1 ponto em novembro do ano passado e de 2,9 nos 12 meses anteriores, ficando em 101,2.

EFE |

A maior queda entre os emergentes foi da Rússia, de 4,3 pontos de outubro a novembro de 2008, e de 13,8 nos 12 meses anteriores, fechando em 89,8 pontos, quando a média de longo prazo é, por padrão, de 100.

A China, por sua vez, caiu 3,1 em relação a outubro e 12,9 em relação a novembro de 2007, ficando em 88,5 pontos e a Índia, 1,2 em um mês e 7,6 em um ano, baixando para 93,9 pontos.

Entre os países com as principais economias, o destaque negativo para a Alemanha, justamente a principal potência européia, que teve queda de 2,2 em novembro e de 10,7 pontos nos 12 meses anteriores, fechando em 91,6 pontos.

Todas as grandes economias da OCDE, porém, caíram em suas perspectivas em novembro em relação a outubro, como Reino Unido (-0,6 pontos, baixando para 95,7), Canadá (-1,2 pontos, para 94,3), França (-0,8 pontos, para 95,9) Japão (-1,6 pontos, para 93,7), Itália (-0,2 pontos, para 95,8) e Espanha (-0,7 pontos, para 94,9).

No geral, os indicadores sobre as perspectivas da conjuntura econômica nos países incluídos na pesquisa sofreram um "profundo enfraquecimento", segundo a organização, cuja média fechou em 93,8 pontos, 1,3 ponto abaixo de outubro e 7,3 a menos do que um ano antes. EFE jaf/jp

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