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Brasil dá sinal de que paciência com Equador acabou

O Equador expôs o limite da política de generosidade e paciência do governo Lula com os irmãos menores da América do Sul. Em episódios semelhantes, com Bolívia e Argentina, o Palácio do Planalto e o Itamaraty não expuseram suas reações e evitaram retaliações.

Agência Estado |

"Por um erro do governo anterior (de Fernando Henrique Cardoso), o Brasil tem hoje uma relação de dependência do gás boliviano", afirmou um ministro. "Se o Equador não faz questão da presença da Petrobrás, a empresa sai, e não haverá problema de abastecimento no Brasil", completou.

Na crise com a Bolívia, em 2006, após a nacionalização do setor de petróleo e gás e a ocupação militar das duas refinarias da Petrobrás no país, o governo brasileiro demonstrou inesgotável capacidade de compreensão com La Paz.

A Bolívia acabou obtendo um generoso pagamento adicional de cerca de US$ 144 milhões por ano pelo gás enviado ao Brasil. No caso da Argentina, o veto do governo de Cristina Kirchner à compra da Exxon pela Petrobrás nem chegou a se tornar um agravo às relações bilaterais. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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