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Brasil apresenta plano para aumentar exportações para China

Brasília, 3 jul (EFE).- O Brasil pretende triplicar suas exportações para a China até 2010, quando, segundo as previsões do Governo, elas devem chegar a US$ 30 bilhões anuais, anunciaram hoje fontes oficiais.

EFE |

Os focos dessa ofensiva comercial serão petróleo e derivados, metais não ferrosos, papel e celulose, produtos siderúrgicos e todos os tipos de carnes, grãos e minerais, áreas nas quais o Brasil é líder mundial de produção ou tem crescente presença, como no caso dos hidrocarbonetos.

Os ambiciosos planos do Governo foram apresentados hoje pelo secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Welber Barral, em um seminário sobre as relações entre os dois países.

Barral explicou que o Governo elaborou uma lista com 619 produtos considerados "prioritários" para reforçar a oferta de exportação para a China.

O secretário de Comércio Exterior também informou que, na próxima semana, uma delegação formada por representantes do Governo e empresas privadas visitará várias cidades chinesas para estabelecer negociações diretas.

Segundo Barral, um dos objetivos do Brasil é fazer a China suavizar as fortes barreiras fitossanitárias impostas à carne suína.

Os planos do Brasil também incluem a captação de investimentos chineses para o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Segundo o ministro das Relações Exteriores Celso Amorim esses assuntos poderão ser abordados com as autoridades chinesas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que deve assistir à cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim. EFE ed/wr/rr

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