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Brasil ameaça retaliar Argentina se for prejudicado

O secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Welber Barral, disse hoje que o governo solicitou à Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e às associações setoriais que informem se está havendo cancelamento de pedidos de importação para a Argentina e quais são os motivos. O secretário disse que o governo tem recebido reclamações dos empresários de que a Argentina estaria cancelando pedidos em função da solicitação do secretário de comércio interior daquele país, Guilhermo Moreno, para que haja uma redução das importações de alimentos, não só do Brasil, mas de todos os países.

AE |

O secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Welber Barral, disse hoje que o governo solicitou à Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e às associações setoriais que informem se está havendo cancelamento de pedidos de importação para a Argentina e quais são os motivos. O secretário disse que o governo tem recebido reclamações dos empresários de que a Argentina estaria cancelando pedidos em função da solicitação do secretário de comércio interior daquele país, Guilhermo Moreno, para que haja uma redução das importações de alimentos, não só do Brasil, mas de todos os países.

Barral disse que, até o momento, o Brasil não recebeu nenhuma informação oficial da Argentina sobre esses rumores. Ele, no entanto, garantiu que, se o comércio brasileiro for prejudicado, o Brasil adotará retaliações. "O Brasil trata todos os parceiros comerciais com base na reciprocidade", disse.

Segundo ele, mais importante do que o volume de produtos importados da Argentina que o Brasil pode retaliar é a sensibilidade do produto para a economia argentina. Atualmente, segundo o secretário, pouco mais de 30 produtos que são importados da Argentina foram colocados no sistema de licença não automática pelo Brasil. Embora o Brasil tenha até 60 dias para liberar esses pedidos, a autorização está sendo dada, em média, em uma semana.

Barral disse que a possibilidade de a Argentina limitar a importação de alimentos é motivo de preocupação e que o ministério tem recebido informes diários das aduanas para saber se está havendo dificuldades na entrada de produtos brasileiros naquele país.

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