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Brasil acompanha pior queda de indicador de conjuntura em quase uma década

Paris, 7 nov (EFE).- Os indicadores compostos sobre perspectivas da conjuntura econômica na Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) experimentaram em setembro a maior queda mensal desde o início da década, perdendo 1,5 ponto, dado que no Brasil ainda mais desfavorável, com a queda de 1,6 ponto.

EFE |

Segundo os números apresentados hoje, o indicador sintético para o conjunto da OCDE ficou em 94,3 pontos em setembro, frente a uma média de longo prazo de 100, e também 1,5 inteiros abaixo do nível de agosto e 6,1 abaixo de um ano antes.

No Brasil,o indicador permaneceu estável em relação a setembro de 2007, com 106,2 pontos, embora tenha caído 1,6 ponto comparado a agosto.

Na zona do euro, a queda em setembro foi de 1,4 pontos em relação a agosto e de 7,3 na comparação com há um ano, ficando em 92,1 pontos.

Para os países do G7 em seu conjunto, as quedas foram respectivamente de 1,6 pontos, desde agosto, e de 6,1 em relação a um ano atrás, ficando em 94,3.

A maior queda no grupo dos sete países mais ricos nesse mês foi o da Alemanha (-2,3 pontos, chegando a 93,2), seguida do Canadá (-2 pontos, totalizando 93), Estados Unidos (-1,9 pontos, a 95,2) e Reino Unido (-1,4 pontos, ficando em 93,9).

Menos pronunciadas foram as quedas da França (-0,9 ponto, a 92,5), Japão (-0,9 ponto, batendo 94,1) e Itália (-0,5 ponto ficando em 91,9).

Em doze meses, as maiores quedas deste índice que marca por antecipado mudanças na evolução da conjuntura se constataram na Alemanha (-8,6 pontos), Reino Unido (-7,5), Estados Unidos (-6,6), França (-6,4), Canadá (-6,4) e Japão (-2,4).

À margem da situação nos países da OCDE, a organização precisou que os dados mais recentes sobre as grandes economias emergentes "parecem indicar uma inflexão na China e um arrefecimento das perspectivas na Rússia e na Índia", enquanto para o Brasil aparecem "sinais de uma possível inflexão".

Assim, enquanto o Brasil caiu 1,6 ponto, na Rússia a queda foi ainda pior, se reduzindo em 2,7 pontos (2,2 em relação a setembro de 2007) e chegando a 97,9.

Na China e Índia, para os quais os números mais recentes são os de agosto, o indicador caiu respectivamente 0,7 ponto -chegando a 101,4- e 1 ponto (a 96,3). EFE ac/jp

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