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Bradesco vê dependência pequena de captação externa

SÃO PAULO - Os grandes bancos brasileiros são muito menos dependentes de captação externa do que seus pares em países que têm passado por dificuldades maiores, como Islândia, Coréia do Sul e Hungria, avalia o vice-presidente de Relações com Investidores do Bradesco, Milton Vargas. De acordo com o banco, do total de R$ 160,288 bilhões que o banco tinha em operações de crédito tradicionais (sem considerar avais e fianças, por exemplo), apenas 12,7%, ou cerca de R$ 20 bilhões, são de financiados com linhas de captação externas.

Valor Online |

Deste total, R$ 10,5 bilhões são operações de crédito feitas para empresas no exterior e R$ 9,758 bilhões em linhas como ACC, ACE e financiamento de importação.

"A mensagem é que temos pouca dependência estrutural da captação externa", afirma Vargas. Além disso, o executivo lembra que o Banco Central tem fornecido funding em dólares para os bancos brasileiros por meio de diferentes leilões. Nestas operações, o Bradesco já tomou cerca de US$ 800 milhões.

O banco diz ainda que o crédito externo não secou completamente e que é possível renovar parcialmente algumas das linhas com bancos no exterior, o que possibilita que a instituição continue emprestando "naturalmente" para as pequenas, médias e grandes exportadoras.

(Fernando Torres | Valor Online)

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