Em seu discurso, o presidente da companhia, Cláudio Bruni, lembrou que a BR Properties está registrada na Bolsa desde dezembro de 2006, quando foi criada. "Estamos contentes e emocionados por fazer parte desta casa", afirmou.
Na oferta, a empresa obteve preço de R$ 13 por ação, abaixo da faixa indicativa inicial, que variava entre R$ 14 e R$ 18. Às 11h52, as ações da empresa estavam em queda de 2,69%, a R$ 12,65.
Com a estreia da companhia, o número de empresas do setor de construção listadas na bolsa soma 25. Há cinco anos, havia apenas seis companhias listadas, segundo o presidente da BM&FBovespa, Edemir Pinto. "O IPO (oferta pública inicial) da BR Properties indica que as janelas de captação de recursos continuam abertas mesmo com a crise europeia", disse, referindo-se à dificuldade de países como a Grécia para honrar suas dívidas. Para ele, a Copa do Mundo e as Olimpíadas a serem realizadas no Brasil darão ainda mais fôlego às companhias do setor de construção.
A empresa pretende usar os recursos da oferta na aquisição de imóveis e para desenvolver projetos de incorporação. O coordenador líder da operação é o Itaú BBA, que atuou ao lado de Bradesco BBI, Goldman Sachs, Santander e Safra.
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