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Bovespa volta a cair, em linha com o exterior

Apesar de ter iniciado o pregão com o índice Bovespa em alta de 0,25%, a Bolsa de Valores de São Paulo dá sinais de debilidade, pressionada novamente pelo sentimento de aversão ao risco e pela pesada agenda de indicadores econômicos nos EUA. Às 11h08, o Ibovespa à vista já havia invertido a direção e operava em baixa de 0,32% a 37.

Agência Estado |

861 pontos, enquanto os índices futuros em Nova York e na Europa registravam baixa ao redor de 1%. Petrobras PN cedia 0,04%, Petrobras ON caía 0,29% e Vale PNA subia 0,04% nos primeiros negócios hoje.

A deflação histórica de 0,85% registrada pelo IGP-10 de janeiro, o primeiro dado fechado de inflação de janeiro, fez crescer as apostas em corte mais agressivo do juro básico (taxa Selic) na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central da semana que vem.

O mercado de ações trabalha ainda sob impacto do noticiário ruim da véspera, sinalizando que os efeitos da recessão ainda vão continuar provocando grandes estragos na economia global. Ontem, o Ibovespa fechou em queda de 3,95%, voltando a trabalhar abaixo dos 38 mil pontos, prejudicado por indicadores econômicos no exterior, a volta de más notícias no setor financeiro e novos anúncios de demissões em empresas.

Assim, o Ibovespa, que registrou boa recuperação na primeira semana de 2009, impulsionado pelo ingresso de capital estrangeiro, volta a mostrar saída expressiva de capital estrangeiro. Na segunda-feira, dia 12, houve saída de R$ 411 milhões em capital externo. Naquele pregão, a Bolsa caiu 5,24% e fechou pela primeira vez no ano abaixo dos 40 mil pontos. Com isso, o saldo de investimento estrangeiro neste começo de ano diminui para R$ 580 milhões.

Hoje, os investidores aguardam a inflação ao produtor (PPI) nos Estados Unidos, o Índice Empire State, que mede o nível de atividade da região de Nova York, e os dados de pedidos de auxílio-desemprego nos EUA. Do lado corporativo, sai após o fechamento o balanço da Intel.

Pela manhã, o banco americano JPMorgan anunciou lucro de US$ 702 milhões no quarto trimestre de 2008, o que representa queda de 76% ante o mesmo período de 2007. O recuo foi puxado por baixas contábeis de US$ 2,9 bilhões e um aumento de US$ 4,1 bilhões na provisão para cobrir perdas com empréstimos.

Como era esperado, o Banco Central Europeu (BCE) cortou a taxa básica de juro em 0,5 ponto porcentual para 2% ao ano. O presidente da instituição, Jean-Claude Trichet, vai dar entrevista coletiva às 11h30, detalhando a decisão, o que tem potencial para mexer com os preços dos ativos.

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