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Bovespa vira e sobe; dólar sobe

SÃO PAULO - Depois de um período de queda, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) inverteu a tendência, seguindo as bolsas de Nova York, e passou a ter uma leve alta.

Redação com Valor Online |

 

Por volta das 15h15, operava aos 37.692 pontos, alta de 0,65% no horário. 

Para agentes do mercado uma realização de lucro de curto prazo nas bolsas é natural e até bem-vinda, já que permite um ajuste para que seja possível uma recuperação posterior. "Não tem muito espaço para recuperação hoje, mas é bom o que está acontecendo", diz Flávio Serrano, economista-sênior do BES.

Vale notar que, além de ser um pregão de sexta-feira, quando é natural que os investidores prefiram manter cautela para passar pelo fim de semana, a jornada de hoje encerra também o mês. Com elevação de quase 20% na semana, os investidores da bolsa brasileira devem preferir reduzir as perdas do mês com os ganhos dos últimos dias.

Lá fora, o mercado recebeu o nível de confiança dos consumidores americanos apurado pela Universidade de Michigan, que caiu bastante, de 70,3 em setembro para 57,6 em outubro, mas o resultado está em linha com as previsões de mercado. Já os gastos dos consumidores do país diminuíram 0,3% em setembro, mais do que os 0,2% previsto. Foi a maior baixa em quatro anos.

Dólar

O dólar comercial opera com volatilidade desde a abertura, mas com rota de valorização predominante. O movimento se deve ao fluxo para fechamento da Ptax de outubro - taxa de câmbio média das cotações do dólar apurada pelo Banco Central (BC) e ponderada pelo volume de negócios.

Por volta das 15h20, a moeda subia 1,76%, cotada a R$ 2,143.

O (BC) colocou pouco menos de 10% dos contratos de swap cambial oferecidos em leilão nesta tarde. Na transação, realizada das 12h45 às 13h, a autoridade monetária vendeu US$ 120,2 milhões em contratos de swap cambial com ajuste periódico. O BC fez outra oferta, de 27 mil contratos, com os mesmos três vencimentos, das 13h45 às 14h.

O mercado aceitou parcialmente apenas 2.500 dos 30 mil contratos leiloados em três lotes. O primeiro e o segundo lote, com vencimentos em 2 de janeiro de 2009 (20 mil contratos) e 1 de abril de 2009 (4 mil) não tiveram propostas aceitas. Apenas o lote de 1 de julho do próximo ano resultou em colocação de 2.500 dos 6 mil contratos ofertados.

Com essa operação, o BC tem como objetivo fornecer "hedge" (proteção) às empresas - pagando a variação do dólar e recebendo juros. Depois de ficar desde maio de 2006 sem fazer esse tipo de operação, o BC voltou a ofertar tais contratos diante da crise financeira mundial que vem fazendo disparar o valor do dólar perante o real.

Na semana passada, o BC informou um programa de até US$ 50 bilhões para ofertar ao mercado em contratos de swap cambial, conforme a necessidade.

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