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Bovespa tem dia instável e volta a subir; dólar se desvaloriza

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) abriu em queda, mas oscilou entre território positivo e negativo várias vezes durante a manhã. Por volta de 13h50, parecia firmar ganhos, com alta de 3,01%, aos 37.540 pontos, num dia que promete muita instabilidade. O dólar era negociado em queda de 1,90%, cotado a R$ 2,119.

Redação com Valor Online |

 

Acordo Ortográfico Os investidores devem continuar monitorando indicadores econômicos internacionais e desdobramentos dos planos contra a crise financeira, bem como resultados trimestrais de empresas.

No Brasil a lista de indicadores se resume à inflação paulistana medida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) na segunda semana deste mês.

Nos Estados Unidos, os investidores darão especial atenção para o nível de confiança dos consumidores do país, medido pela Universidade de Michigan neste mês. É um dado recente que abrange o agravamento da crise e deve, portanto, apontar uma queda de 70,3 pontos para 65 pontos. Resultado inferior a isso deve ser motivo de preocupação para os agentes.

A recuperação da economia americana depende principalmente das condições de consumo doméstico, se os americanos estão pessimistas, a sinalização para o futuro é preocupante.

Ainda na agenda americana, o mercado toma conhecimento de novos indicadores do setor imobiliário referentes a setembro, como o de permissões e início de novas construções.

Swap

O Banco Central (BC) vendeu integralmente os contratos de swap cambial em operação programada desde ontem. Na transação, realizada das 12h45 às 13h, a autoridade monetária vendeu US$ 1,373 bilhão em contratos de swap cambial com ajuste periódico. Com essa operação, o BC tem como objetivo fornecer "hedge" (proteção) às empresas - pagando a variação do dólar e recebendo juros.

O mercado aceitou todo o lote ofertado, com vencimento em 2 de janeiro de 2008. Foram absorvidos os 28 mil contratos leiloados. A cotação mínima foi de 98,0945, a taxa nominal foi de 9,8545% e a linear, de 9,450%.

Depois de ficar desde maio de 2006 sem fazer esse tipo de operação, o BC voltou a ofertar tais contratos diante da crise financeira mundial que vem fazendo disparar o valor do dólar perante o real.

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