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Bovespa tem 3ª queda amparada em notícias externas negativas

A Bovespa não passou incólume à aversão ao risco que pautou os negócios no mercado financeiro global ontem. Embora tenha trabalhado no período da manhã focado no vencimento de opções sobre ações, após o exercício o Ibovespa acompanhou de perto as bolsas externas e o sinal foi negativo até o final.

Agência Estado |

As ações da Vale, no entanto, terminaram em alta, na contramão dos preços dos metais, e impediram um recuo mais acentuado do principal índice à vista.

Os investidores começaram a semana fugindo do risco, baseados sobretudo num tripé de notícias negativas: o relatório da agência Moody's afirmando que as notas Aaa dos Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha e França estão "seguras", mas com "riscos crescentes"; as declarações do primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, de que a economia global ainda pode ter um duplo mergulho na recessão e de que a moeda chinesa não está subvalorizada; e a negativa do ministro da Áustria Josef Proell de que a União Europeia tenha um plano para ajudar a Grécia.

A expectativa sobre as decisões de política monetária do Federal Reserve (EUA), hoje, e do comitê do Banco Central brasileiro, amanhã, também deixou o mercado na defensiva. O Ibovespa caiu pela terceira sessão seguida, desta vez 0,46%, aos 69.023,75 pontos. Nesse período, recuou 1,36% mas, no mês, apura ganho de 3,79%.

O giro financeiro totalizou R$ 10,628 bilhões, dos quais R$ 5,03 bilhões com o exercício de opções sobre ações. A ação PNA da Vale subiu 0,62%, a R$ 46,70, e a ON avançou 0,57%, para R$ 52,90. No câmbio, o dólar interrompeu quatro quedas acumuladas em 1,45% e subiu 0,06%, a R$ 1,763 no balcão.

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