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Bovespa sobe quase 3% nos primeiros 10 minutos

A super quarta-feira, que concentra a reunião do banco central americano (Fed, Federal Reserve) e do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central brasileiro, deve ser ainda marcada pela procura por papéis baratos na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), mas possivelmente sem a mesma euforia da véspera por causa da expectativa com o anúncio sobre a taxa básica de juros nos Estados Unidos e no Brasil. Ontem, o índice Bovespa fechou em alta expressiva de 13,42%, a 33.

Agência Estado |

386 pontos, mas ainda assim há muito o que corrigir. A perda acumulada no mês é de 32,6%.

Nos primeiros minutos do pregão de hoje, o Ibovespa subia 2,90% a 34.356 pontos, às 11h10. O movimento de correção de preços dos ativos, que estão muitos deprimidos, a expectativa de corte de juro 0,50 ponto porcentual pelo Fed, e o ajuste tradicional de carteiras de final de mês devem proporcionar mais um dia de correção técnica à Bovespa.

De hoje até sexta-feira, dia 31, é grande a possibilidade de a Bolsa brasileira se beneficiar do ajuste de carteiras. Os administradores devem rever posições e preços e ajustar as suas carteiras para a virada do mês, apostando num futuro menos pior. "Não dá para terminar o mês com tantas perdas", disse um analista. Mas essa melhora da Bolsa pode ser apenas mais um repique de curto prazo, pois ninguém sabe se o fundo do poço já ficou para trás. Analistas ainda trabalham com a possibilidade de o Ibovespa cair para até 25 mil ou 24 mil pontos.

A alta do Ibovespa, na contramão do sinal negativo dos índices futuros em Nova York, reflete a recuperação expressiva dos preços das matérias-primas (commodities). O petróleo era negociado perto de US$ 67 o barril, alta de 6,5% na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex). A valorização das bolsas de Paris (6,86%) e Londres (5,62%) e também o balanço de Usiminas divulgado nesta manhã contribuem para os ganhos da Bovespa.

A Usiminas teve lucro líquido de R$ 880,451 milhões no terceiro trimestre, crescimento de 16% sobre o lucro de R$ 757,893 milhões no mesmo período de 2007. Após o fechamento do mercado hoje, será divulgado o resultado da Sadia.

Outro destaque hoje é o leilão de rodovias de São Paulo, tido como um bom teste para ver a quantas anda o apetite do investidor. O leilão deve influenciar as cotações das concessionárias OHL e CCR, que estão entre os nove grupos que disputam as cinco estradas que irão a leilão - Ayrton Senna/Carvalho Pinto, Dom Pedro I, Raposo Tavares e Marechal Rondon (trechos Leste e Oeste). O pagamento exigido de outorga é de R$ 3,5 bilhões no prazo de 18 meses, sendo 20% no ato da assinatura do contrato.

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