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Bovespa sobe mais de 5% e retoma os 39.500 pontos

SÃO PAULO - As compras se acentuam e a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) volta a operar acima dos 39.500 pontos.

Valor Online |

Com destaque para o setor de commodities, por volta das 14h40, o Ibovespa apresentava valorização de 5,60%, aos 39.652 pontos, com giro financeiro em R$ 921 milhões.

As ordens de compra aumentaram no mercado brasileiro depois que os índices norte-americanos firmam posição em território positivo. Há pouco, o Dow Jones apontava alta de 1,76%, enquanto o Nasdaq subia 1,81%. Os investidores passaram por cima do fraco indicador de atividade na indústria, que caiu para o menor patamar em 28 anos no mês de dezembro.

A melhora de humor nas bolsas influencia a formação da taxa de câmbio, segurando o dólar em baixa ante o real. Há pouco, a divisa norte-americana valia R$ 2,318 na venda, desvalorização de 0,68%.

De volta à Bovespa, as fabricantes de matérias-primas ganham destaque com os investidores esperançosos com as medidas que diversos governos vêm anunciando para estimular o crescimento. Os movimentos mais recentes vieram da Índia, que cortou a taxa de juros, e da China, onde o governo estuda medidas de apoio ao setor siderúrgico e automotivo.

Puxando os ganhos do dia, Petrobras PN apresentava alta de 5,82%, para R$ 24,18, mesmo com o petróleo caindo forte no mercado externo. Ganho de 8,12%, para o ativo PNA da Vale, que saía negociado a R$ 25,81.

Entre as siderúrgicas, CSN ON aumentava 7,0%, para R$ 31,03. Gerdau PN ganhava 6,17%, a R$ 15,99, e Usiminas PNA tinha alta de 7,42%, para R$ 28,49.

Acompanhando os pares norte-americano e europeus os bancos também ganham valor. Itaú PN subia 7,65%, para R$ 28,00, Bradesco PN aumentava 5,84%, a R$ 23,91, e a ação ON do Banco do Brasil apontava alta de 3,20%, a R$ 15,15.

Parte da movimentação do dia é garantida por fundos de investimentos que acompanham o Ibovespa. Hoje passou a vigorar a nova carteira, que não trouxe alteração nos componentes, mas o peso de alguns ativos sofreu modificação, o que obriga os gestores a elevar o diminuir a participação dos ativos em seus portfólios.

O destaque de alta segue com a ação ON da Embraer, que ganhava 11,12%, a R$ 9,79. Já na ponta oposta, Brasil Telecom Part ON caía 2,15%, valendo 57,63.

(Valor Online)

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