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Bovespa sobe em dia de oscilações; dólar cai

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) supera a instabilidade observada no começo do dia e firma posição em território positivo, rumando para o terceiro pregão consecutivo de alta. Por volta de 15h15, a alta era de 1,73%, aos 52.159 pontos, puxada pelos papéis da Petrobras. O dólar começou a ser negociado em baixa e manteve a tendência. No mesmo horário, caía 1,49%, cotado a R$ 1,789.

Redação com Valor Online |

 

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Segundo o gestor de renda variável da Umuarama Corretora, Rafael Moyses, os investidores voltaram a atuar na ponta compradora, acompanhando a retomada no preço das commodities e a consequente queda no preço do dólar.

Além disso, o especialista acredita que as preocupações com o setor financeiro norte-americano começam a recuar conforme o governo atua para consolidar a venda do Lehman Brothers. A expectativa é que uma solução para o banco segue finalizada durante o final de semana.

Contribuindo para o tom positivo do dia, o Morgan Stanley reiterou a recomendação acima da média do mercado ("overweight") para o Brasil. Na carteira do banco para mercados emergentes, o país aparece, agora, com a maior posição acima da média.

Segundo o especialista, há espaço para uma retomada maior no preço das commodities o que pode beneficiar a bolsa brasileira. No entanto, mais notícias positivas e investidores dispostos a tomar risco têm que surgir para sustentar uma tendência de alta. Analisando o Ibovespa graficamente, Moyses aponta que há uma resistência grande à alta nos 53.700 pontos.

Ontem, a contínua desvalorização no preço das commodities e movimentos especulativos contra a moeda brasileira impulsionaram a cotação da moeda americana para cima de R$ 1,80.

A acentuada volatilidade de ontem, com a divisa subindo 2,8% no começo do pregão, o baixo volume de negócios e a ausência do Banco Central, que pela primeira vez desde outubro de 2007 não atuou no mercado à vista, aumentaram a percepção de especulação contra a divisa brasileira.

Depois de bater R$ 1,839 na máxima, as compras perderam um pouco de ímpeto, mas o dólar comercial fechou valendo R$ 1,816 na compra e R$ 1,818 na venda, elevação de 1,67%. Tal preço não era registrado desde janeiro deste ano, quando, em um espasmo de alta, a divisa bateu R$ 1,830.

A não atuação do BC no mercado chamou a atenção na quarta-feira. Alguns especialistas observaram que a ausência indica que a autoridade monetária começa a ficar preocupada como o comportamento da moeda norte-americana, que sobe de forma acentuada. Em pouco mais de um mês, a taxa saiu de mínimas a R$ 1,55 para valores não registrados em mais de oito meses, acima de R$ 1,80.

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