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A pós uma manhã volátil, a Bovespa firmou-se em alta ontem à tarde e retomou o patamar de 70 mil pontos, que tinha sido registrado no fechamento pela última vez em 13 de janeiro. O ganho no dia foi contido pela queda das Bolsas norte-americanas, após a decepção com o corte de 23 mil vagas no setor privado em março nos Estados Unidos.

A pós uma manhã volátil, a Bovespa firmou-se em alta ontem à tarde e retomou o patamar de 70 mil pontos, que tinha sido registrado no fechamento pela última vez em 13 de janeiro. O ganho no dia foi contido pela queda das Bolsas norte-americanas, após a decepção com o corte de 23 mil vagas no setor privado em março nos Estados Unidos. Como o dado é considerado uma prévia dos dados oficiais do mercado de trabalho do país, que serão conhecidos amanhã, feriado aqui e nos EUA, os investidores ficaram na defensiva. As ações da Vale caíram com realização de lucros, enquanto as da Petrobrás subiram, acompanhando o petróleo. O Ibovespa encerrou a quarta-feira em alta de 0,59%, aos 70.371,54 pontos. Em março, a Bolsa brasileira valorizou-se 5,82% e, no ano, contabiliza ganho de 2,60%. No mercado de juros, as taxas futuras oscilaram pouco, em meio à divulgação do Relatório Trimestral de Inflação e a troca de diretores no Banco Central. Contudo, a indefinição sobre o futuro do presidente do BC, Henrique Meirelles, deixou os investidores em compasso de espera. O Relatório de Inflação ratificou a ata da última reunião do Copom ao indicar preocupação com o processo inflacionário e apontar para o avanço da Selic em abril. A taxa para maio de 2010 ficou em 8,67%; e para janeiro de 2011, em 10,38%. No câmbio, o dólar à vista teve a 3ª baixa consecutiva, pressionado pela força dos "vendidos" no mercado futuro da divisa, a expectativa de fluxo favorável ao País e a depreciação externa ante o euro. O dólar cedeu 0,78%, a R$ 1,7810; em março caiu 1,38% ante o real e, no ano, apurava ganho de 2,18%.
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