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Bovespa sobe 5,24% com otimismo externo

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) teve um dia positivo, ainda sob influência da fusão entre os bancos Itaú e Unibanco, da valorização do petróleo e impulsionado pelo otimismo nos mercados norte-americanos, que operam em alta no dia de sua eleição presidencial.

Redação com agências |

 

O Ibovespa fechou em alta de 5,24%, aos 40.254 pontos. A última vez que o índice fechou acima dos 40 mil pontos foi no dia 14 de outubro. No mês, acumula ganhos de 8,05%, mas, no ano, as perdas são de 36,99%.

O otimismo dos investidores contagiou as principais bolsas mundiais, no dia da maior economia global e com sinais de um maior descongelamento dos mercados de créditos.

"Uma série de fatores beneficiou a Bolsa hoje. Os investidores estão voltando aos poucos para o mercado, depois do tombo exagerado registrado no mês passado. Ainda é cedo para dizer que a calma se restabeleceu, mas, no curto prazo, a Bolsa está tentando sair do fundo do poço", comentou o gestor-gerente da Infinity Asset, George Sanders.

O giro financeiro foi de R$ 5,478 bilhões. Na máxima do dia, o índice chegou a 41.002 pontos. Desde o dia 14 de outubro a bolsa não retomava nível acima de 40 mil pontos. Na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM & F), o Ibovespa com vencimento em dezembro subiu 5,12%, para 41 mil pontos.

Entre os ativos de maior peso na carteira, Petrobras PN ganhou 8,47%, para R$ 25,10; Vale PNA subiu 5,47%, para a R$ 27,72; BM & FBovespa ON avançou 14,02%, para R$ 6,75; Bradesco PN se valorizou 3,17%, a R$ 27,01; e Vale ON aumentou 7,03%, para R$ 31,04.

Dólar

O dólar comercial inverteu o rumo verificado há alguns dias e registrou baixa desde a abertura nesta sessão. Além da desvalorização do dólar em relação a outras divisas, o mercado reagiu à informação sobre a zeragem de 97% da exposição cambial da Aracruz, que vinha pressionando a demanda por moeda.

A moeda americana encerrou o pregão desta terça-feira em queda de 2,63%, cotada a R$ 2,111.

Luis Piason, gerente de operações de câmbio da corretora Concórdia, ressalta que a queda do dólar é global, não se restringindo somente frente ao real. Ante uma cesta com as principais moedas globais, a divisa declinava mais de 2%, caminhando para a sua maior queda percentual diária em 13 anos.

"Hoje estamos bem atrelados ao mercado internacional, tanto de moedas como bolsas, além da alta das commodities", afirmou Piason. O índice Reuters-Jefferies de commodities avançava 4,41% e o petróleo saltava quase 7%.

Durante a sessão, o Banco Central realizou um leilão de swap cambial, vendendo o equivalente a cerca de US$ 600 milhões. Os contratos de swaps, que funcionam como um venda futura de dólares ao mercado, já colocados no mercado pelo BC desde a piora da crise financeira global superam os US$ 23 bilhões.

(Com informações do Valor Online, Agência Estado e Reuters)

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