As bolsas norte-americanas e a Bovespa ziguezaguearam entre os terrenos negativo e positivo até fecharem com firmes altas. O impulso final em Wall Street foi garantido pelo aumento do petróleo e o desempenho favorável das ações dos setores de tecnologia e financeiro.

Isso apesar dos cortes em projeções anunciados por Intel, Applied Material e National Semiconductor, da migração da Dell para a lista de convicção de venda do Goldman Sachs e previsões de resultados ruins da Wal-Mart, que induziram quedas de mais de 3% das bolsas em Nova York pela manhã.

A desaceleração do crescimento industrial na China em outubro acima do esperado e a previsão da OCDE de uma retração nas economias dos EUA, do Japão e da zona do euro também ajudaram a elevar a aversão ao risco no começo do dia. Contudo, os índices de ações norte-americanos reverteram as perdas e subiram mais de 6%.

A Bovespa devolveu parte da queda de 7,75% da véspera e valorizou-se 4,71%, aos 35.993,33 pontos, com destaque para os papéis de bancos. O mercado de câmbio à vista fechou antes da melhora externa final, por isso, o dólar no balcão subiu 3,79%, a R$ 2,380. O juro de janeiro de 2010 avançou a 15,31%.

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