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Bovespa sobe 1%; dólar ganha 0,49%, para R$ 1,630

SÃO PAULO - Apoiada nos bancos e nas siderúrgicas, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) segue operando em território positivo. Por volta das 14h40, o Ibovespa apresentava valorização de 1%, para 56.074 pontos, com giro financeiro em R$ 2,74 bilhões.

Valor Online |

 

Na máxima, o índice bateu os 56.484 pontos, mas a alta perdeu força conforme os preços das commodities passaram a apontar para baixo no mercado externo. Tal movimento tirou a força dos papéis da Petrobras e Vale, que passaram a oscilar próximos da estabilidade. Há pouco, o ativo PN da estatal avançava 0,17%, para R$ 35,26, enquanto a ação PNA da mineradora subia 0,12%, para R$ 38,56.

O destaque do pregão segue com as ações do Banco do Brasil, que subiam 2,05%, para R$ 23,88, com o terceiro maior volume financeiro do dia. Ainda no setor, Itaú PN ganhava 2,81%, para R$ 31,39 e Bradesco PN valorizava 2,05%, para R$ 30,36.

Corretoras estrangeiras recomendaram a compra de ações de bancos e varejistas. E isso também ajuda a explicar a alta de 1,09%, para o papel ON da Lojas Renner, que valia R$ 30,35.

As siderúrgicas também têm valorização. Há pouco, a ação ON da CSN avançava 2,43%, para R$ 56,85, e Usiminas PNA ganhava 1,58%, para R$ 56,38.

Na ponta vendedora, Rossi Residencial ON perdia 3,04%, para R$ 10,18. Baixa de 1,71%, as units da América Latina Logística, que eram negociadas a R$ 18,87.

Fora do índice, as construtoras também perdem valor. A Tenda continua em acentuada baixa, refletindo recomendações de venda vindas de fora. Há pouco, o ativo caía 13%, para R$ 3,48. InPar ON desvalorizava 4,45%, para R$ 3,22. O ativo ON da administradora de shoppings Multiplan perdia 6,17%, para R$ 15,95.

Em Wall Street, os investidores continuam repercutindo de forma positiva o crescimento maior do que o esperado da economia no segundo trimestre. Por volta das 14h40, Dow Jones subia 1,67%, enquanto o Nasdaq ganhava 1,13%.

De acordo com o Departamento de Comércio, o Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA cresceu 3,3% entre abril e junho, superando o 1,9% divulgado na primeira prévia para o período e acima dos 2,7% estimados para o segundo trimestre deste ano.

A força da economia norte-americana deu novo fôlego ao dólar, que passou a subir ante o euro e, conseqüentemente, ante o real. Por volta das 14h40, a divisa valia R$ 1,630 na venda, alta de 0,49%.

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