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Bovespa sobe 0,48% e deve retomar recuperação gradual

O índice futuro de ações opera acima dos 41 mil pontos, em alta de mais de 1%, sinalizando que o processo de recuperação gradual da Bolsa de Valores de São Paulo deve ser retomado hoje num dia tranqüilo no exterior. A expectativa é de que os papéis de segunda linha negociados na Bovespa passem por um movimento mais forte de correção com os fundos de investimento em ações tentando ver quem fecha o ano de 2008 com melhor rentabilidade.

Agência Estado |

Às 11h06, logo após o início do pregão regular, o índice Bovespa à vista avançava 0,48% a 40.138 pontos.

Os índices futuros de ações em Nova York operam com sinal positivo. O S&P 500 subia 0,39% e o Nasdaq futuro avançava 0,14%, influenciados pela expectativa de um gigantesco pacote de estímulo econômico de US$ 850 bilhões a ser apresentado pelo presidente eleito Barack Obama ao Congresso. Segundo as agências internacionais, o pacote se compararia às drásticas ações governamentais tomadas para enfrentar a Grande Depressão, nos anos 1930, e superaria o montante que economistas e o FMI têm considerado necessário.

Segundo fontes, os negócios no exterior e, por tabela também aqui, devem ter uma definição mais clara depois da divulgação dos dados semanais de pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos, às 11h30. No começo da tarde saem também o índice de atividade industrial de dezembro do Fed de Filadélfia o índice de indicadores antecedentes do Conference Board, referente a novembro.

As ações de Petrobras, que ontem fecharam em alta superior a 2% a despeito da queda forte nos preços do petróleo, tendem a manter o sinal de alta. Hoje, a commodity é negociada na Bolsa Mercantil de Nova York com valorização de pouco mais de 1%, levemente acima de US$ 40 o barril.

Jogando a favor de um comportamento positivo da Bolsa hoje está a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, que reforçou entre os investidores a expectativa de um corte de juro (taxa Selic) na reunião de janeiro. Mas a magnitude do corte será calibrada pelos próximos dados econômicos perspectivos que sairão até o próximo encontro. Os contratos de juros futuros já embutem a expectativa de 2 pontos porcentuais de redução da Selic ao longo de 2009 (hoje em 13,75% ao ano).

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