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Bovespa segue exterior e cai; dólar tem desvalorização

SÃO PAULO - A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) ensaia uma recuperação, ancorada pela melhora dos mercados em Nova York, que passaram a operar em alta. Após ceder mais de 4%, no pior momento do dia até aqui, o índice Bovespa segue em queda, porém com perdas menos acentuadas.

Redação com agências |

 

Às 15h30 (de Brasília), o Ibovespa recuava 1,33%, a 31.063 pontos, e registrava um volume financeiro de R$ 1,94 bilhão. Na mínima, o indicador cedeu 4,26% e, na máxima, recuou 0,01%.

Entre as ações de primeira linha (blue chips), os papéis ordinários (ON) e preferenciais (PN) da Petrobras caíam mais de 3%, enquanto as ações PN classe A (PNA) da Vale recuavam cerca de 2,5%.

No mesmo horário, nos Estados Unidos, o índice Dow Jones avançava 2,19%, o Nasdaq 100 subia 0,98% e o S&P 500 tinha alta de 1,50%.

"O Brasil é um emergente com liquidez e por isso acaba sofrendo mais que os demais mercados acionários", afirmou o economista-chefe da Ágora Corretora, Álvaro Bandeira.

"A antecipação de balanços (a exemplo do que fizeram Unibanco na semana passada e Itaú hoje) é positiva para a Bolsa paulista, porque tira um pouco da pressão sobre os negócios", avaliou Bandeira, da Ágora. Além dos resultados, os bancos também estão tornando público o tamanho de sua exposição ao mercado de derivativos, tema que se tornou motivo de muitos rumores nos últimos dias.

Dólar

O dólar comercial ampliou as quedas nesta tarde. Por volta das 15h35, a moeda recuava 3,61%, a R$ 2,244. Na mínima do dia, chegou a R$ 2,239.

No começo desta tarde, o Banco Central informou que vendeu 16.750 contratos de swap cambial, o que totaliza um montante de US$ 814,7 milhões. Foram colocados três vencimentos. Pela manhã, a autoridade monetária vendeu US$ 1,250 bilhão em leilão de dólares com compromisso de recompra futura. A moeda foi vendida às instituições com a taxa fixa de R$ 2,3120.

Agenda econômica

Os investidores começam a semana monitorando os indicadores que estão por vir e que devem confirmar expectativas nefastas para a economia após a pressão da crise financeira.

O número mais importante da semana é o Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA referente ao terceiro trimestre, para o qual se estima retração de 0,50% em termos anualizados.

Antes disso, na quarta-feira, será definida a taxa básica de juros nos Estados Unidos e também no Brasil. O mercado espera que a taxa americana seja reduzida mais uma vez. Por aqui, ainda não há consenso sobre o rumo da política monetária, que vinha sendo de alta até então.

No Brasil, a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) divulga a terceira medição de seu Índice de Preços ao Consumidor (IPC).

(Com informações do Valor Online e Agência Estado)

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