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Bovespa segue em forte queda após suspensão de negócios

SÃO PAULO - O índice Bovespa operava em queda de 9,52% a 45.948 pontos, às 16h52, reduzindo as perdas após ter atingido a mínima de -13,82% por volta das 16h30.

Redação com agências |

 

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Por meia hora, a Bolsa de Valores de São Paulo suspendeu os negócios esta tarde, quando atingiu 10% de queda, reagindo à rejeição dos deputados norte-americanos em aprovar o pacote de socorro de US$ 700 bilhões ao sistema financeiro nos EUA.

Se o Ibovespa cair mais de 15% ainda neste pregão, a Bolsa voltará a acionar o circuit breaker, desta vez por uma hora. As ações da Petrobras e da Vale já registram queda superior a 15%.

A Bovespa começou a operar em forte queda nesta segunda-feira. Por volta de 14h45, chegou a cair 10,16%, aos 45.622 pontos, com a rejeição do pacote de resgate financeiro na Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, quando foi acionado o "circuit break". Desde 14 de janeiro de 1999 esse mecanismo não era ativado.

A queda aguda na Bovespa ativou um mecanismo chamado "circuit breaker": suspensão automática temporária do pregão quando a baixa passa de 10%. O objetivo é evitar um "comportamento de manada": uma contaminação de investidores por expectativas pessimistas - que levaria a uma venda descontrolada de ativos pelo temor de que sofram uma desvalorização ainda maior.

Com a rejeição do pacote de resgate financeiro dos EUA, em Wall Street, o Dow Jones desvalorizava 5,28%, enquanto o Nasdaq perdia 7,04%.

Os investidores também reagem aos novos problemas no sistema financeiro europeu. A crise atingiu o banco belga-holandês Fortis e o britânico Bradford & Bingley, além do alemão Hypo Real Estate Holding. Todos estão sendo resgatados pelas mãos dos respectivos governos. O Fortis recebeu 11,2 bilhões de euros da Bélgica, Holanda e Luxemburgo, que assumiram o banco. O B&B foi estatizado pelo Reino Unido e alguns de seus negócios passarão para o espanhol Santander.

Com esse cenário pouco estimulante, os principais mercado europeus registram forte baixa. A semana também começou de forma negativa na Ásia.

Tóquio perdeu 1,26%, com o índice Nikkei 225 em baixa de 149,55 pontos, a 11.743,61 unidades. Sydney retrocedeu 2% e Seul 1,35%. Já em Hong Kong, a queda foi de 4,3%, depois do aumento das taxas de empréstimos imobiliários anunciada pelo gigante bancário HSBC.

(Com informações da AFP, Agência Estado e Valor Online)

 

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