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Bovespa segue em baixa, mas tenta defender os 40 mil pontos

SÃO PAULO - Sem força para se descolar do forte pessimismo externo, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) deve fechar a terça-feira em território negativo. Por volta das 17h15, o Ibovespa caía 4,34%, para 40,24 pontos, com giro financeiro em R$ 3,51 bilhões.

Valor Online |

Cabe destacar que os investidores lutam para manter o índice na casa dos 40 mil pontos. E parte dessa briga pode ser atribuída ao vencimento do Ibovespa futuro, que acontece amanhã. As principais séries de exercício estão nos 40 mil, 41 mil e 42 mil pontos. Na mínima do dia, o indicador testou os 39.817 pontos.

As vendas por aqui replicam as perdas observadas em Nova York, onde o pessimismo com o setor financeiro e a descrença nas medidas de estimulo à economia levaram o S & P 500 para patamares não observados desde setembro do ano passado, fase mais aguda da crise, marcada pela falência do Lehman Brothers. Há pouco, o índice caía 3,93%, para 794 pontos. Perda acentuada também para o Dow Jones, que perdia 3,01%, e para a bolsa eletrônica Nasdaq, cujo principal índice recuava 3,48%.

Acompanhando o preço das commodities e pagando o preço pela elevada liquidez, Vale PNA perdia 5,33%, para R$ 29,27, e Petrobras PN recuava 4,87%, a R$ 26,58.

Seguindo os pares externos, o Itaú PN cedia 5,19%, a R$ 24,09, e Bradesco PN se desvalorizava 3,38%, para R$ 21,67. As units do Unibanco caíam 5,50%, a R$ 13,56.

Entre as siderúrgicas, Gerdau PN recuava 4,76%, para R$ 15,00. CSN ON perdia 3,78%, a R$ 36,08, e Usiminas PNA tinha decréscimo de 3,58%, a R$ 27,71.

Apenas três dos 66 papéis do índice apontavam alta. Light ON ganhava 2,44%, a R$ 25,10, e Telesp PN subia 0,55%, para R$ 43,50, e Brasil Telecom Part ON aumentava 0,10%, a R$ 59,86..

(Valor Online)

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