SÃO PAULO - A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) segue operando em território negativo, mas as vendas são menos acentuadas do que no começo da tarde. Com cerca de uma hora para o encerramento dos negócios, o Ibovespa apontava queda de 0,82%, para 39.

019 pontos, com giro financeiro em R$ 2,48 bilhões, sendo R$ 1,18 bilhão referente ao exercício de opções sobre ações.

Com Wall Street fechada em função de feriado, o sinal externo observado veio da Europa, onde os problemas no setor financeiros estimularam as vendas na metade final do pregão. O pessimismo com o setor prossegue mesmo depois de o governo inglês anunciar um novo plano de ajuda, incluindo a contratação de seguro contra perdas com crédito e deterioração de ativos.

Ao final do pregão, o FTSE-100, da Bolsa de Londres, apontava queda de 0,93%, com as ações do Royal Bank of Scotland perdendo 66,57%, depois que o banco alertou sobre a possibilidade de prejuízo de 28 bilhões de libras, cerca de US$ 41 bilhões. Na Bolsa de Frankfurt, o índice Xetra-DAX caiu 1,15%.

Dentro do Ibovespa, os papéis da Petrobras puxam as perdas acompanhando a cotação do petróleo. Há pouco, o papel PN era negociado a R$ 24,03, queda de 1,02%. Vale PNA perdia 0,33%, para R$ 26,51. Atuando em direção contrária, CSN ON reverteu as perdas e apontava alta de 2,39%, a R$ 36,35.

O destaque no campo positivo, segue com os bancos, que continuam em alta apesar da perda acentuada de valor registrada pelos pares internacionais. Itaú PN subia 1,71%, a R$ 24,36, Bradesco PN avançava 0,42%, a R$ 21,29, e Banco do Brasil ON apontava alta de 0,13%, para R$ 14,42.

Na ponta vendedora, Vivo PN caía 2,58%, para R$ 31,92, em um dia em que um relatório externo recomenda cautela como setor de telefonia móvel. Perdigão ON perdia 5,76%, para R$ 31,57, e VCP PN se desvalorizava 5,35%, para R$ 16,27.

(Valor Online)

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