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SÃO PAULO - Depois de cair forte no começo do pregão, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) firma posição em território positivo. Depois de ensaiar alta no começo da tarde, por volta das 15h50 o Ibovespa subia 1,44%, para 39.

072 pontos, com giro financeiro em R$ 2,15 bilhões.

As compras ganham vulto no mercado brasileiro com o Dow Jones ensaiando um movimento de recuperação. Há pouco, o indicador apresentava alta de 0,22%. Já a bolsa eletrônica Nasdaq ganhava 1,16%.

O pregão é bastante instável em Nova York, com os investidores acompanhando o desenrolar do plano de resgate para as montadoras norte-americanas. Depois da derrota do plano de US$ 14 bilhões no Senado, o Tesouro dos Estados Unidos resolveu intervir e garantiu crédito às empresas até que os congressistas consigam fechar um acordo que dê sustentabilidade no longo prazo para o setor.

Dentro do Ibovespa, a alta é sustentada pelo papel PN da Petrobras, que ganhava 0,98%, para R$ 22,55. Vale PNA superou as perdas e registrava ganho de 0,72%, para R$ 24,95.

Os bancos também mudaram de direção. Itaú PN subia 2,80%, para R$ 29,64, e Bradesco PN se valorizava 1,63%, para R$ 24,80. Ganhos também para as siderúrgicas. Gerdau PN aumentava 2,8%, a R$ 16,13, e Usiminas PNA apresentava alta de 1,31%, para R$ 27,76.

Na ponta compradora, destaque para as ações ON da Rossi Residencial, que ganhavam 6,15%, para R$ 3,62. No setor de telecom, TIM Part ON subia 5,50%, para R$ 7,28, e Brasil Telecom SA PN aumentava 5,26%, para R$ 20,00.

As ações do frigorífico JBS, dono da marca Friboi, continuam lideram as perdas dentro do índice. O papel ON caía 7,92%, para R$ 5,11. O Japão parou de importar carne de uma das unidades da empresa nos Estados Unidos depois de encontrar produtos fora da especificação em uma das encomendas.

(Valor Online)

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