SÃO PAULO - A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) se rende à sinalização externa e passa a operar em território negativo, deixando para trás os 40 mil pontos. Por volta das 16 horas, o Ibovespa apresentava queda de 0,73%, para 39.

701 pontos, com giro financeiro em R$ 3,84 bilhões. A instabilidade do dia é garantida pela briga entre comprados e vendidos em função do exercício de opções sobre o Ibovespa futuro.

Dentro do índice, apenas 15 dos 66 papéis apresentava alta, com destaque para os ativos PN da Petrobras, que ganhavam 1,89%, para R$ 24,25. Alta de 0,61%, para Vale PNA, que valia R$ 26,09. Cabe lembrar que os dois papéis respondem por quase 30% do Ibovespa.

Bancos e siderúrgicas operam sem rumo único. O ativo ON da CSN tinha alta de 2,19%, a R$ 31,17, enquanto Usiminas ON caía 0,70%, a R$ 28,28. Itaú PN ganhava 0,46%, saindo a R$ 29,94, enquanto Bradesco PN se desvalorizava 0,61%, a R$ 25,74.

Fora do índice, o destaque segue com o papel ON da Positivo Informática, que desabava 26,53%, para R$ 8,15. Segundo o Wall Street Journal (WSJ), a Lenovo teria desistido de comprar a companhia.

Em Nova York, os agentes seguem embolsando os ganhos de ontem depois da queda maior do que a esperada na taxa de juros do país. Há pouco, o Dow Jones perdia 0,35%, enquanto o Nasdaq caía 0,25%. Ontem, o Federal Reserve (Fed), banco central norte-americano, cortou o custo do dinheiro de 1% para um banda de zero a 0,25%. A previsão era de redução de 0,5 ponto percentual.

(Valor Online)

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