SÃO PAULO - Durou pouco a tentativa de alta na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Com cerca de meia hora de pregão, o Ibovespa marcava desvalorização de 0,63%, aos 40.

197 pontos, devolvendo os ganhos observados na abertura. O giro financeiro estava em R$ 230 milhões.

Em Wall Street, o Dow Jones subia 0,39%, para 7.429 pontos. O S & P 500 aumentava 0,28%, para 786 pontos, e o Nasdaq Composite valorizava 0,59%, para 1.492 pontos.

Sem indicadores na agenda do dia, os investidores aguardam discurso do presidente do Federal Reserve (Fed), Ben Bernanke, que falará sobre a crise. Atenção também para notícias corporativas.

No mercado de câmbio, o pregão é indefinido, com a taxa oscilando entre ganhos e perdas, mas sem afastar muito dos R$ 2,5. Há pouco, o dólar comercial apontava valorização de 0,17%, valendo R$ 2,253 na venda.

Dentro do Ibovespa, os carros-chefe puxavam as perdas, espelhando o menor preço das commodities. Petrobras PN caía 0,75%, para R$ 29,03, e Vale PNA recuava 0,36%, a R$ 27,20.

Entre os bancos, Bradesco PN recuava 0,09%, para R$ 21,89, enquanto Itaú PN ganhava 0,24%, a R$ 24,82. No setor siderúrgico, Usiminas PNA apontava alta de 0,24%, a R$ 25,06. Já CSN ON perdia 0,29%, a R$ 34,00.

Atenção para os frigoríficos depois que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) confirmou que planeja um pacote de ajuda ao setor. O papel ON do JBS recuava 0,97%, para R$ 5,06, já Minerva ON ganhava 3,14%, para R$ 1,64, e Marfrig ON subia 1,42%, para R$ 7,10.

Na ponta vendedora, Aracruz PNB declinava 2,51%, a R$ 1,55, Gafisa ON recuava 2,29%, a R$ 10,22, e Cemig PN tinha baixa de 1,71%, a R$ 33,30.

(Valor Online)

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