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Bovespa retomou 38 mil pontos; BC atuou, mas dólar subiu para US$ 2,50

SÃO PAULO - A segunda-feira foi de euforia para os mercados brasileiros e internacionais. O bom humor veio com mais uma rodada de notícias positivas no mercado externo.

Valor Online |

Os congressistas norte-americanos chegaram a um acordo quanto ao pacote de ajuda às montadoras, o presidente eleito dos EUA, Barack Obama, anunciou um plano de investimentos em infra-estrutura, a Índia vai investir US$ 4 bilhões e cortar impostos para estimular a economia e a China pode anunciar novas medidas para manter o crescimento via mercado interno.

A reação mais forte ao noticiário foi vista nas Bolsas de Valores. Por aqui, o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), fechou com alta de 8,31%, aos 38.284 pontos, patamar não registrado em um mês. O giro financeiro foi alto, passando de R$ 4,78 bilhões. O destaque coube para as empresas relacionadas às commodities e bancos.

Em Wall Street, o Dow Jones ganhou 3,46%, se aproximando dos 9 mil pontos. A bolsa eletrônica Nasdaq subiu 4,14% e o S & P 500 valorizou 3,84%.

No câmbio, o dia começou com perda acentuada do dolar ante o real, mas, no decorrer do pregão, notícias apontando saída de recursos e o continuado movimento especulativo no mercado futuro puxaram a cotação da moeda estrangeira para cima de R$ 2,50.

O Banco Central (BC) atuou vendendo moeda no mercado à vista, mas não conteve as compras. Ao fim do pregão, o moeda era negociada a R$ 2,499 na compra e R$ 2,501 na venda, alta de 0,88%.

Na roda de " pronto " da Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM & F), a divisa teve valorização de 0,80%, encerrando a R$ 2,50. O giro financeiro somou US$ 132,75 milhões.

Os contratos de juros futuros deram continuidade à trajetória de baixa que perdura desde meados de novembro. O recuo nos prêmios de risco ontem foi garantido pela expectativa de inflação menos pressionada tanto para 2009 quanto para 2009 e pelo Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) de novembro, que apontou alta de 0,07% e ficou abaixo do piso das estimativas, refletindo a queda nos preços no atacado.

Ao fim do pregão na BM & F, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento para janeiro de 2010, o mais negociado, apontava queda de 0,15 ponto percentual, para 13,13%. Já o contrato para janeiro 2011 fechou com perda de 0,08 ponto, a 13,52%. Na contramão, janeiro 2012 apontava 13,56%, leve alta de 0,01 ponto, depois de cair a 13,37% na mínima do dia.

Na ponta curta, o contrato para janeiro de 2009 registrava leve baixa de 0,04 ponto, para 13,44%. Julho de 2009 caiu 0,12 ponto, projetando 13,32%.

Até as 16h15, antes do ajuste final de posições, foram negociados 390.560 contratos, equivalentes a R$ 34,24 bilhões (US$ 13,69 bilhões), 42% menos que o registrado na sexta-feira da semana passada. O vencimento de janeiro de 2010 foi o mais negociado, com 192.375 contratos, equivalentes a R$ 16,88 bilhões (US$ 6,75 bilhões).

(Eduardo Campos | Valor Online)

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