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Bovespa resiste à instabilidade externa e sobe 0,77%

SÃO PAULO - Apoiada nas ações da Petrobras e Vale a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) resiste à instabilidade externa e recupera parte das perdas acumuladas nos últimos três pregões. Por volta das 13 horas, o Ibovespa ganhava 0,77%, para 38.

Valor Online |

962 pontos, com giro financeiro em R$ 883 milhões.

Mesmo como barril de petróleo operando estável, o papel PN da Petrobras aumentava 1,25%, aos R$ 25,00, Logo atrás, Vale PNA subia 1,44%, negociado a R$ 28,15.

O bom desempenho das ações de siderurgia também impulsionava o índice. Gerdau PN ganhava 3,5%, a R$ 15,37, enquanto CSN ON valorizava 0,71%, a R$ 35,45.

Em Wall Street os resultados corporativos são o destaque. No lado negativo, Dow Chemical e Motorola reportaram perdas bilionárias. Mas Avon e Merck registraram crescimento nos lucros. Há pouco, Dow Jones cedia 0,24%, devolvendo os ganhos da abertura, enquanto Nasdaq perdia 0,89%.

O superintendente da Banif Corretora, Raffi Dokuzian, comenta que o Ibovespa tenta superar a resistência dos 40 mil pontos, mas está difícil, pois não há notícias que estimulem as compras de forma sustentada. " Seguem as operações de dia-a-dia e giro curto " , nota.

No lado externo, a atenção continua voltada para o plano econômico do presidente americano Barack Obama, que deve sofrer algumas alterações no Senado.

Já campo interno, Dokuzian aponta que a grande pergunta é se a queda na atividade doméstica ficará restrita ao quarto trimestre do ano passado e ao primeiro trimestre desse ano.

Hoje, o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE) apontou uma retração de 14,2% na produção industrial de dezembro contra novembro, pior resultado da série histórica.

Voltando o foco para a Bovespa, o superintendente lembra que nas próximas semanas o mercado será inundado por resultados trimestrais e isso deve dar rumo de curto prazo para a Bovespa.

Do ponto de vista técnico, Dokuzian destaca que o Ibovespa não pode perder os 35 mil pontos, pois, neste caso, o próximo objetivo fica nos 29 mil pontos.

Tomando por base dados da própria Bovespa, janeiro deve marcar o oitavo mês consecutivo de saída de recursos estrangeiros. No acumulado daquele mês até o dia 29, o saldo de negociação direta na bolsa estava negativo em R$ 591 milhões. Vale lembrar que na primeira semana de janeiro o saldo chegou a ser positivo em mais de R$ 1 bilhão.

No âmbito corporativo, o papel ON do Banco do Brasil avançava 2,10%, a R$ 14,05. Já o papel PN do Bradesco caía 0,39%, a R$ 20,15, enquanto o PN do Itaú desvalorizava 0,22%, a R$ 22,61.

Ainda na ponta compradora, Cyrela ON subia 2,43%, a R$ 9,69 e Aracruz PNB tinha elevação de 2,07%, a R$ 1,97. Na ponta oposta, TIM Parto ON declinava 4,18%, a R$ 6,18, e Usiminas ON diminuía 2,74%, a R$ 26,25.

No mercado de câmbio, o pregão é bastante instável. A taxa já caiu a R$ 2,308 e subiu a R$ 2,332. Há pouco, o dólar comercial era negociado a R$ 2,322 na venda, queda de 0,08%.

(Eduardo Campos | Valor Online)

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